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Cebola Faz Mal Para Gastrite?





Cebola Faz Mal Para Gastrite?








Presente em saladas, temperos, molhos e recheios de salgados e tortas e em receitas de pizzas, por exemplo, a cebola é um alimento que possui 29 calorias por unidade pequena.
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Mas será que as pessoas que sofrem com a gastrite podem comer o alimento tranquilamente? Ou será que a cebola faz mal para gastrite?
A gastrite 
Antes de entrarmos na questão se a cebola faz mal para gastrite, precisamos saber do que se trata essa doença, não é mesmo?
Pois bem, trata-se de uma condição que é descrita como a inflamação, infecção ou erosão do revestimento do estômago. Em um quadro de gastrite, o que acontece é o enfraquecimento da mucosa que protege a parede estomacal, sendo que os próprios sucos digestivos produzidos pelo órgão acabam causando danos à parede do estômago.
Ela pode ser causada por vírus, parasitas, fungos, o refluxo da bile para dentro do estômago, estresse, ingestão de esteroides, consumo de alimentos picantes, uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, o abuso de bebidas alcoólicas e por uma bactéria conhecida pelo nome de Helicobacter pylori.
A doença pode aparecer em uma versão aguda – que dura um período curto de tempo – ou crônica – que persiste ao longo de meses ou, até mesmo, anos. Entre os seus sintomas, estão: náusea, vômito, sentir-se empanturrado na parte superior do abdômen (principalmente depois de comer), indigestão, fezes escuras e vômito, que pode vir com sangue ou substâncias similares à borra de café.
Entretanto, como a gastrite não traz sintomas perceptíveis em todos os indivíduos, vale a pena ter o hábito de fazer check-ups e exames regulares com o médico de confiança. Assim, fica mais fácil que ele identifique a doença mesmo sem o paciente queixar-se de algum dos sintomas associados à gastrite.
Uma vez que o diagnóstico foi determinado, é fundamental seguir as orientações do médico quanto a tratamento, no que se refere às mudanças na alimentação, na utilização de medicamentos e demais estratégias que forem definidas pelo profissional.

Afinal, a cebola faz mal para gastrite? 

Ao lado de outros alimentos como uva-do-monte (cranberry), alho, maçã, aipo e chá, as cebolas são ricas em flavonoides, que são substâncias antioxidantes. O Centro Médico da Universidade de Maryland explicou que os flavonoides podem desacelerar o crescimento da Helicobacter pylori, que é uma das possíveis causas da gastrite.
Os flavonoides podem auxiliar a prevenir que ocorram danos nas nos revestimentos do estômago e do esôfago.
Além disso, pesquisas mostraram que alimentos ricos em antioxidantes, como aqueles que possuem doses elevadas de vitamina A, vitamina C e flavonoides, podem contribuir com a diminuição da inflamação no estômago e a reduzir os riscos de desenvolvimento de distúrbios digestivos.

A questão da acidez

O excesso de acidez no estômago também pode provocar a gastrite.
Os cirurgiões do aparelho digestivo Fábio Atui e Marcelo Averbach definiram a gastrite como uma inflamação da parede do estômago que é desenvolvida quando a acidez aumenta a um ponto em que começa a agredir o órgão.
Logo, entendemos que quem sofre com a gastrite deve tomar cuidado com os alimentos ácidos. A escala que determina a acidez de um alimento é a do pH, que vai de zero a 14, sendo que zero indica o mais ácido.
A boa notícia em relação à cebola é que ela fica classificada no grupo dos alimentos pouco ácidos, que apresentem um pH maior do que 4,5.

A questão dos gases

Por outro lado, assim como vegetais verdes como couve-de-bruxelas, repolho, brócolis, alcachofra, aspargo e pimentão verde, a cebola é considerada um alimento que causa muitos gases durante a digestão, explicou a nutricionista Sharon Richter.
O que isso tem a ver com a gastrite? De acordo com a nutricionista, isso aumenta a quantidade de ácido produzida no estômago e resulta na irritação das paredes estomacais.

Cuidado com a cebola frita

Se estivermos falando da cebola que é preparada frita, como no caso dos famosos anéis de cebola, temos um problema para as pessoas que sofrem com a gastrite. Isso porque o consumo de frituras pode provocar o aumento da inflamação do revestimento do estômago.

Cuidado com os temperos fortes 

A cebola também pode ser utilizada no preparo de temperos fortes, que devem ser evitados pelas pessoas diagnosticadas com a gastrite.
Além da cebola, foram citados outros temperos fortes como alho, molho shoyu, pimenta, catchup e mostarda. A explicação apresentada foi que esses alimentos são irritativos para a mucosa gástrica.

Considerações importantes

 As informações acima podem ser úteis a título de curiosidade e esclarecimento, entretanto, antes de começar qualquer dieta ou incluir ou excluir um alimento da dieta para auxiliar o tratamento da gastrite, o paciente deve antes consultar um médico para saber corretamente como anda a saúde.
Ou seja, se você tem a condição, deve conversar com o seu médico não somente para saber se a cebola faz mal para gastrite e como deve ser o seu consumo de cebola, mas como deve funcionar toda a sua alimentação daqui para a frente.
A dieta não dispensa a necessidade do uso de medicamentos e as orientações passadas pelo médico ao paciente são extremamente importantes e devem ser seguidas para que o tratamento tenha sucesso.
Vale lembrar ainda que como cada pessoa tem um quadro de gastrite com suas características próprias, e não é porque algum funcionou para uma pessoa que o mesmo funcionará para outra.
Assim, nada de seguir uma estratégia para lidar com a doença só porque a mesma ajudou um conhecido. Para tratar corretamente a sua gastrite, obedeça ao que o seu médico diz depois de examinar o seu caso.

Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/cebola-faz-mal-para-gastrite/#AkLWoDEpMEk3y5v0.99

Dieta das massas ajuda a enxugar até 4 kg em 10 dias

Quem disse que as massas não podem fazer parte do cardápio de quem faz dieta? Sabendo dosar e com os acompanhamentos certos, o macarrão pode se tornar um grande aliado para o emagrecimento saudável. Confira!


Reportagem: Julia Fernandes
dieta-das massas
Não abra mão do macarrão para ficar magra!
A dieta das massas consegue eliminar mais de 2 kg a cada dez dias
Foto: Danilo Borges
Ao contrário do verão, em que as saladas reinam absolutas, durante o inverno é normal sentir vontade de comer pratos mais encorpados e que trazem sensação de aconchego. No entanto, é também nessa época que o ponteiro da balança acaba subindo, já que a maioria dos preparos típicos dessa estação é bem calórica.
Para não sabotar a dieta e chegar ao verão com a silhueta enxuta, aposte em preparações como sopascaldos e... um belo prato de macarronada! Isso mesmo, você não leu errado e tampouco nós confundimos as informações. O macarrãopode e deve fazer parte de uma alimentação saudável, até mesmo de quem precisa perder aqueles quilinhos extras. O macarrão por si só não engorda. O que soma calorias são os molhos, as preparações dessas massas e as quantidades das porções ingeridas. “Ele pode, sim, ser consumido por quem está de dieta, desde que seja em quantidades moderadas e preparações mais light”, afirma Giovanna Arcuri, nutricionista da Clínica Gionutri (SP).

Mais que inocentes: necessários!

Os carboidratos sempre foram considerados os vilões do cardápio de quem quer emagrecer e eram os primeiros a serem banidos do menu. Fato que, com o tempo, mostrou-se ser um grande erro. Estudos como o da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, publicado no New England Journal of Medicine, mostram que para emagrecer é preciso evitar o excesso de calorias e não banir grupos alimentares da dieta.
Os carboidratos nutrem de maneira exclusiva o cérebro e o sistema nervoso, por isso é fundamental que estejam presentes pelo menos nas principais refeições (café da manhã, almoço e jantar). A ingestão de­ficiente desse nutriente gera fadiga, fraqueza, irritabilidade e afeta o funcionamento cerebral, comprometendo a memória e a concentração ou diminuindo a agilidade mental, explica Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional (SP). Estamos entendidas?

Escolha certo

O primeiro passo para se ter sucesso na dieta é escolher o tipo ideal de massa. Segundo os especialistas, a versão integral é a melhor pedida, por dois motivos. Para começar, ela possui uma boa dose de ­fibras que, além de saciar, melhora o funcionamento intestinal, eliminando as toxinas do organismo e melhorando o seu funcionamento.
E depois, por conter amido resistente, que aumenta ainda mais a saciedade e faz que você não chegue esfomeada à próxima refeição. “Como o próprio nome diz, por ser mais resistente, esse tipo de amido chega intacto ao intestino grosso e lá demora algumas horas até ser digerido. Por causa dessa passagem vagarosa, a fome demora mais a chegar. A presença dos grãos integraisno macarrão também tem impacto no seu índice glicêmico, ou seja, libera aos poucos o açúcar na corrente sanguínea, mantendo a glicemia em níveis ideais. Por isso, ajuda a reduzir os riscos de diabetes e obesidade”, comenta Raquel Pimentel.
Mas atenção, para obter esse benef­ício do amido é necessário deixar o macarrão al dente. O motivo? O cozimento exagerado faz que as f­ibras se rompam e o amido f­ique menos resistente, ou seja, quanto mais quebrado, mais fácil será a digestão e mais rápido virá a fome. 

Só, não. Mas bem acompanhado!

A escolha do molho é fundamental para determinar a quantidade de calorias que a massa terá. Portanto, fuja dos gordurosos, que levam creme de leite, manteiga e embutidos, como linguiça e bacon. Os queijos gordos como o gorgonzola, brie e parmesão, utilizados como ingredientes ou para f­inalização do prato, devem ser usados com cautela e só de vez em quando. Na maioria das vezes o excesso de queijo e de azeite usados para ­finalizar um prato de massa é que coloca tudo a perder na dieta.
Não podemos nos esquecer que a gordura possui nove calorias em um grama de alimento, contra apenas quatro calorias de carboidrato”, alerta Raquel Pimentel. O molho ideal para quem não quer travar uma guerra contra a balança deve ser feito com tomates e ervas frescas, vegetais (berinjela, abobrinha, cenoura, brócolis, cogumelos, entre outros) e proteínas magras(frango, peru, frutos do mar e peixes).
Os molhos feitos com vegetais ajudam a reduzir as calorias do prato e oferecem outros nutrientes benéf­icos (­fibras, vitaminas e minerais). As ervas e os condimentos devem estar presentes por agregarem substâncias que podem ajudar na redução do risco de doenças, como a cúrcuma, que possui ação anti-inf­lamatória, e o manjericão, que é rico em ­flavonoides, com propriedades antioxidantes e antibacterianas.

Truques espertos

Aprenda a deixar o seu prato de massa levinho para manter a balança em dia!
1 Pref­ira as massas light, elaboradas com farinha integral, pois contêm carboidratos de absorção lenta, diferente das preparadas com farinha re­inada
2 Escolha os tipos que não têm ovos em sua composição, porque possuem um menor teor de gorduras.
3 Sempre que possível, escolha massas frescas, para eliminar o excesso de sódio e aditivos.
4 Quanto às massas recheadas, opte pelos recheios vegetais, com poucas calorias, como alcachofra, cogumelos, etc. 
5 Utilize molhos mais leves e em versão light, sem excesso de gorduras.
6 Controle a porção! O ideal é consumir o equivalente ao tamanho da sua mão fechada, cerca de três colheres (sopa). Se for comer apenas o macarrão, a porção ideal é a de um prato raso.
7 Adicione verduras à preparação, para aumentar a porção sem somar calorias e, de quebra, garantir maior poder de saciedade ao prato.
8 O consumo da massa dispensa o pão, a batata e o arroz daquela refeição. Como acompanhamento, opte por uma carne magra ou peixe e uma salada como entrada.
9 Algumas substituições são fundamentais na hora de preparar a massa para reduzir as calorias: substitua a manteiga por azeite de oliva extravirgem (em quantidades moderadas).

Alimentação saudável.

Para se ter uma alimentação saudável, 
algumas dicas simples para seguir são beber bastante água, 
evitar doces e frituras, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas 
e equilibrar a quantidade de carboidratos, proteínas e gorduras ao longo do dia.
A alimentação saudável traz benefícios para a saúde
 como melhor controle do peso, melhora no rendimento 
do trabalho, aumento da memória e da concentração,
 fortalecimento do sistema imunológico e prevenção de doenças.
Dicas simples para ter uma alimentação saudável

Como ter uma alimentação saudável

Algumas atitudes simples e fáceis de ser tomadas 
para se ter uma alimentação saudável são:
Comer pelo menos 2 unidades de fruta por dia;
Consumir legumes e verduras no almoço e no jantar;
Incluir proteínas como queijos e ovos nos café da manhã e no lanche da tarde;
Fazer uma alimentação variada, alternando as frutas e 
legumes que são consumidos diariamente, e variando entre carne,
 frango e peixe como principais fontes de proteínas;
Beber pelo menos 2,0 L de água por dia;
Reduzir o consumo de sal, preferindo usar temperos
 naturais como alho, cebola, pimenta, manjericão e salsa, 
e evitando o uso de temperos em cubo industrializados;
Preferir alimentos integrais, como pão e macarrão
  integrais, pois são ricos em fibras, vitaminas e minerais;
Evitar o consumo de alimentos ricos em açúcar, 
como refrigerantes, bolos, chocolates, biscoitos e balas;
Evitar o consumo de frituras, como salgados, pastéis, 
empanados e batatas fritas, preferindo gorduras boas como azeite, 
castanhas, abacate, coco, chia e linhaça;
Evitar o consumo de carnes processadas, como salsicha, linguiça, 
presunto, bacon, peito de peru e salame.
Além disso, é importante preferir alimentos naturais
 e pouco processados, pois eles têm uma quantidade 
maior e melhor de nutrientes do que os alimentos processados. 
Evitar o consumo diário de industrializados é um dos
principais passos para iniciar uma alimentação saudável.
Dicas simples para ter uma alimentação saudável

Benefícios da Alimentação Saudável

A alimentação tem um papel muito importante 
na saúde, trazendo benefícios como:
Dar energia, que é essencial para andar, pensar, estudar ou brincar, por exemplo;
Prevenir doenças, pois os alimentos têm o poder 
tanto de causar quanto de prevenir doenças como câncer, 
problemas cardíacos e mau funcionamento dos órgãos;
Propiciar o crescimento e a renovação dos tecidos
principalmente dos ossos, da pele e dos músculos;
Melhorar o rendimento e a concentração
pois favorece o bom funcionamento da memória e de todo o sistema nervoso;
Dar mais disposição, pois o metabolismo funciona melhor;
Regular a produção de hormônios e evitar problemas 
como doenças da tireoide, insônia e infertilidade. 
Para obter maiores benefícios, além da alimentação
 também é importante praticar regularmente atividade
 física, pois o exercício contribui para o ganho de massa 
muscular e perda de gordura, além de aumentar a disposição

Assista ao vídeo a seguir e conheça alguns truques para manter o peso.
Imagem ilustrativa do vídeo: Emagrecer com Saúde

Alimentos que vão te ajudar a respirar melhor


Pouca gente sabe, mas a falta de uma alimentação saudável também interfere na nossa respiração. Apesar de ser uma ação involuntária do corpo, respirar da forma correta não é tarefa tão simples assim. Em épocas de temperaturas mais frias, como agora, o ar mais seco e poluído, além dos ambientes mais fechados, impedem a melhor filtração do oxigênio no organismo, aumentando a possibilidade de gripes e resfriados, crises alérgicas, além de problemas crônicos como asma, rinite e bronquite. Por isso, uma dieta voltada a nutrientes de proteção e defesa do corpo, é de suma importância para o funcionamento do sistema respiratório.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, as pessoas são mais afetadas por problemas respiratórios quando suas dietas são deficientes em determinados nutrientes. Esse nível aumenta entre os adolescentes, pelo baixo consumo de vitaminas C e E, além de ácidos graxos ômega-3, apresentados nessa faixa etária. Os jovens analisados no estudo apresentaram função pulmonar pior e referiram a maior incidência de problemas respiratórios como tosse e coriza.
Os pesquisadores destacaram o poder das frutas nas ações respiratórias, principalmente as ricas em vitamina C – também associada a pulmões saudáveis –, bem como em flavonoides, os antioxidantes - muito encontrados nas frutas cítricas - que inibem a produção de radicais livres. Os radicais livres são átomos instáveis gerados tanto pelo metabolismo como por fatores ambientais, tais como o fumo e a poluição, e que afetam as células, tornando o indivíduo mais suscetível a doenças e ao envelhecimento.
"A associação das frutas à função pulmonar e aos sintomas respiratórios pode ser o resultado de um efeito protetor dos flavonoides e da vitamina C nas vias aéreas e no epitélio alveolar. Os baixos níveis de vitamina E e ômega-3 estiveram associados a uma incidência mais elevada de asma. (...) Temos de fato um problema com os adolescentes que não consomem as quantidades recomendadas de alimentos e micronutrientes. (...) Uma dieta deficiente definitivamente interfere nos sintomas da asma", diz alguns trechos da pesquisa.

4 alimentos que vão te ajudar a melhorar a respiração!

Frutas cítricas: Goiaba, laranja, acerola, tangerina... Todas as frutas ricas em vitamina C turbinam a imunidade e previnem gripe, resfriado e infecção das vias respiratórias. Coma ao menos uma por dia.


Linhaça: Atua como emoliente sobre as mucosas, aliviando sintomas de problemas respiratórios. Uma colher de sopa por dia, de preferência da semente triturada, é suficiente para blindar a saúde.


Gengibre: O gingerol, composto que dá o sabor picante à raiz, é antioxidante e anti-inflamatório. Para consumir na forma de chá basta ferver algumas fatias por uns minutinhos.


Alho: A aliina e a alisina presentes no alimento combatem infecções por bactérias, fungos e vírus. O ideal é consumir o alho cru, mas não é fácil: tente picadinho num molho de salada à base de iogurte.

Aprenda algumas técnicas de respiração!


Técnicas – Saber controlar a respiração também é fundamental para equilibrar o corpo e melhorar a saúde. Ao respirar de forma errada, não conseguimos renovar a carga de oxigênio adequada para alimentar devidamente as células e, assim, eliminamos pouco o gás carbônico, deixando o organismo intoxicado. A escritora Sônia Hirsch, autora de diversos livros sobre promoção da saúde indica três aspectos para respirarmos bem: ritmo, profundidade e duração.
– Respirações lentas, profundas e longas: Geram harmonia em todas as funções do corpo trazendo maior satisfação e sensação de bem-estar. Através dessas respirações aumenta-se a quantidade de oxigênio, liberando toxinas do gás carbônico. Além disso, equilibram o ritmo biológico e a temperatura do corpo, ajudando a desenvolver uma percepção mais ampla, aprofundada e de autoconhecimento corporal.
– Respirações curtas, rápidas e superficiais: Geram carências no organismo, por não suprirem as necessidades de oxigênio, que podem resultar em diversos problemas e doenças. Respirações dispersivas e em ritmos irregulares não mantêm um equilíbrio biológico e temperatura corporal, trazendo, sobretudo, sensações de irritabilidade, impaciência e mau humor.