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Espinafre.



Espinafre

O espinafre ficou bastante conhecido com o desenho do Popeye, o marinheiro que se alimenta da hortaliça e fica forte o suficiente para derrotar todos os seus adversários. De fato, existem duas espécies de espinafres. Originário da Ásia e pertencente à família Chenopodiaceae, o espinafre verdadeiro que aparece no desenho animado, praticamente não é consumido no Brasil. O espinafre que encontramos facilmente em feiras e supermercados é de outra espécie, proveniente da Nova Zelândia.

Contrariando a crença popular criada pelo desenho, o espinafre não deixa ninguém forte como o Popeye. Essa “força” seria caracterizada por uma suposta grande quantidade de ferro presente na hortaliça. Na verdade, o espinafre não contém uma grande quantidade de ferro como se imaginava. O que houve foi uma confusão envolvendo o americano Dr. E. Von Wolf, em 1870.

Ao analisar a hortaliça, o pesquisador colocou a quantidade de ferro presente no espinafre de uma forma errada, omitindo uma vírgula no número da composição, passando, assim, a ideia de que o espinafre tinha uma quantidade de ferro dez vezes maior do que ele, de fato, possuía. Somente em 1937, através de pesquisas de químicos alemães, esse mito foi por água abaixo. No entanto, o desenho animado do marinheiro já fazia sucesso, uma vez que foi estrelado antes, em 1933.

Além de não possuir uma grande quantidade de ferro, o espinafre apresenta uma substância denominada ácido oxálico, que impede a absorção do ferro e de outros minerais pelo organismo.

Entretanto, a hortaliça não deve ser abolida da alimentação de ninguém. O espinafre possui substâncias antioxidantes, responsáveis por bloquear as substâncias causadoras de câncer. Além disso, possui grandes quantidades de vitamina A e C, além da substância folato, importante para gestantes, uma vez que a mesma ajuda a prevenir defeitos neurológicos no bebê. 

Berinjela.



Berinjela

A berinjela é o fruto da planta Solanum melongena, originária da Índia. De acordo com alguns historiadores, seu cultivo teve início há cerca de quatro mil anos, como planta ornamental.

Chegou à Europa no século XIII, através dos árabes da Península Ibérica.

Em regiões de clima quente, a época de plantio dura o ano todo.

Existe uma grande variedade de berinjelas, que se diferencia pelas cores. As mais comuns são vermelho escuro ou roxo. O fruto tem polpa macia e flexível e uma película lisa e lustrosa que o envolve.

A berinjela é rica em proteínas, vitaminas A, B1, B2, B5, C, e minerais como cálcio, fósforo, ferro, potássio e magnésio. É muito digestiva, nutritiva e laxante. Ajuda a diminuir o colesterol no sangue e a baixar os níveis de triglicérides.

Pode ser consumida cozida, frita, assada ou grelhada. Utilizada na preparação de pratos como o cuscuz, suflê, torta, salada.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Azeite reduz colesterol !!!



Azeite

O azeite é o óleo produzido a partir da azeitona, muito usado como tempero em saladas. Trata-se de um alimento antigo e muito presente em grande parte das cozinhas nos dias atuais.

Além do sabor e aroma que proporciona à comida, o azeite é benéfico para a saúde: melhora a digestão das gorduras, ajuda a controlar a pressão arterial das pessoas hipertensas, reduz a quantidade de LDL (mau colesterol) do organismo. 

Outro benefício do alimento consiste na prevenção de oxidações biológicas, em razão de ser rico em polifenóis, que reduzem a formação de radicais livres.

A região mediterrânea é responsável por 95% da produção mundial de azeite, em razão das condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras.

O azeite extra virgem, mais puro dentre os outros, é aquele extraído na primeira vez que a azeitona é prensada e não passa por nenhum processamento químico. O virgem é o resultado da segunda e da terceira prensagens. 

O refinado é produzido pela refinação do azeite virgem. O azeite puro, mais barato, porém com o mesmo valor nutritivo, é uma mistura de azeite refinado e virgem. São necessárias de 1300 a 2000 azeitonas para produzir 250 mililitros de azeite.

O uso do azeite é antigo, por volta de 3000 anos a.C. a oliveira já era cultivada. Relata-se que há mais de 6000 anos o alimento era utilizado pelos povos da Mesopotâmia como um protetor do frio. Provavelmente a cultura do azeite foi difundida pelas regiões mediterrâneas por meio dos gregos e fenícios.

Em Portugal, o azeite foi um dos primeiros produtos exportados.

Ao consumir o azeite, é aconselhável verificar sua acidez e data de validade. Normalmente o alimento deve ser consumido dentro do prazo de um ano.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Alho



Alho

O alho (Allium sativum) é uma das plantas mais cultivadas ao longo da história. Desde a Antiguidade ela já era utilizada como remédio no Antigo Egito; seus efeitos benéficos para o coração e circulação sanguínea já eram conhecidos desde a Idade Média. Um exemplo da grande popularidade do alho a tempos atrás é o fato de que, com 7 kg de seus bulbos, era possível comprar um escravo no Egito; e os siberianos pagavam seus impostos em alhos.

O bulbo (cabeça do alho) é composto por folhas escamiformes (dentes), as quais são comestíveis e usadas para diversos fins. Do bulbo se desenvolve um talo; em sua extremidade há uma flor. Existem mais de 500 espécies bem diferenciadas de alho. A planta de alho necessita de solos leves, ricos em matéria orgânica e bem drenados para se desenvolver, além de se adaptar melhor a baixas temperaturas.

O alho possui um bom valor nutricional, com vitaminas A, do complexo B e C, além de sais minerais, entre eles ferro, silício e iodo. O alho possui um efeito anti-hipertensivo e anticolesterolêmico, além de ser indicado no tratamento de hipertensão e na redução dos níveis de colesterol.
Na culinária, o alho é amplamente utilizado como tempero ou até mesmo como ingrediente principal em muitos pratos.

Arroz é uma das principais fontes de carboidratos.

Arroz

O arroz (Oryza sativa) é uma planta da família das gramíneas. Durante muitos anos, os grãos dessas plantas constituíram a base alimentar de muitos povos em todo o mundo. Hoje em dia não é diferente, a cultura do arroz é a terceira maior do mundo. O arroz com feijão, por exemplo, é a base de alimentação do brasileiro.

O cereal é cultivado em ambientes com água em abundância e requer temperaturas entre 24°C e 30ºC para se desenvolver. O grão de arroz possui uma coloração amarelada e é envolto por uma casca. No interior dessa casca há uma semente dura, recoberta por uma película denominada cutícula. A maior parte do arroz que é consumido passa por um processo em que se retira a casca e, na maioria das vezes, a cutícula.


O arroz é, para o homem, uma das principais fontes de carboidratos, substâncias orgânicas que fornecem energia ao organismo, além de contribuírem para a restauração e o desenvolvimento dos tecidos. O cereal é uma boa fonte de sais minerais, como o fósforo, ferro, potássio e vitaminas (tiamina, riboflavina e niacina). Além disso, o arroz não contém colesterol, é de fácil digestão e é indicado na convalescença de quase todas as doenças.

Na culinária, o arroz é muito usado em diversos pratos, como sopas, bolos, doces, etc. No Japão, os grãos de arroz fermentados são empregados no preparo de uma bebida alcoólica chamada saquê. Outra conhecida forma de consumo do cereal é a brasileiríssima combinação do arroz com o feijão. Atualmente, o maior produtor e consumidor de arroz do mundo é a China. 

Agrião



Agrião

O agrião, uma verdura oriunda do sudeste da Ásia e utilizada há muito tempo na Europa, é considerado um dos vegetais mais nutritivos. Além de ser considerado uma das principais fontes de vitamina A, é rico em vitamina C, sais minerais como o iodo, enxofre, fósforo e possui mais ferro que a couve e o espinafre.

Os melhores preços estão entre os meses de julho a novembro. Ao comprá-lo, prefira os maços com folhas frescas, de cor verde-escura, sem áreas amareladas ou pontos escurecidos. Os talos devem estar firmes e quebradiços.

É utilizado em saladas, sopas, na preparação de sanduíches, panquecas, molhos e purês.
Na medicina alternativa é indicado para aliviar distúrbios gastrointestinais, problemas respiratórios e infecções do trato urinário. O suco de agrião misturado ao mel é eficaz contra a bronquite.
 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Alimentação Funcional.



A soja é um alimento funcional.
 
Os alimentos funcionais são aqueles que exercem funções metabólicas ou fisiológicas no organismo atuando no crescimento, desenvolvimento, nutrição, proteção, entre outros. Aplica-se aos alimentos funcionais o papel de proteger o organismo contra doenças crônico-degenerativas além de problemas como celulite, acnes, envelhecimento precoce e outros.

Algumas pessoas confundem o termo proteção dos alimentos funcionais, mas é importante que se saiba que os alimentos atuam de forma a fortalecer o organismo e reduzir as chances de desenvolvimento de doenças, ou seja, se alguma doença porventura surgir, os alimentos funcionais irão agir somente para fortalecer o organismo e não para curá-lo.

Para utilizar alimentos funcionais na alimentação diária e ainda contar com os benefícios que estes promovem, deve-se atentar para a quantidade a ser ingerida dos componentes funcionais, pois em pequenas quantidades não trarão de fato os benefícios que possivelmente trariam se ingeridos de maneira adequada.

São alimentos funcionais: soja, trigo, arroz, milho, tomate, alho, azeite, chá-verde, uva vermelha, castanha-do-pará, peixes, gergelim, linhaça, lactobacilos, mel e outros. São considerados funcionais os alimentos pré-bióticos, probióticos e simbióticos que beneficiam o funcionamento do intestino.

Apesar de alguns alimentos serem ricos em calorias é importante consumir carboidratos, lipídios e todos os outros nutrientes essenciais para que o organismo não sofra pela falta de algum componente de que precisa para funcionar bem.
 
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Alimentos Orgânicos.



Horta orgânica.

Alimentos orgânicos, além de serem cultivados sem o uso de agrotóxicos ou outros produtos sintéticos, são resultantes de um sistema que busca manejar os recursos naturais de forma harmoniosa, garantindo a saúde não só de quem os consome, mas também de todo o ambiente em questão.

Este tem como precursor o pesquisador inglês Sir. Albert Howard; que frisava que a fertilidade do solo é o fator essencial para a eliminação das doenças em plantas e animais. Assim, tal modalidade agrícola considera a interdependência entre solo, planta, ambiente e homem; reconhecendo o primeiro como um organismo vivo.

Ao contrário da agricultura convencional, a agricultura orgânica pratica a rotação de culturas; com manejo do solo baseado na utilização de matéria tanto vegetal quanto animal para a adubação, permitindo a manutenção de seus organismos e aporte de nutrientes. Assim, húmus de minhoca, esterco curtido, adubação com leguminosas, dentre outras técnicas, são empregadas visando este objetivo. A aplicação de minerais naturais e controle biológico de pragas são outros aspectos relacionados a essa prática, que exclui completamente a utilização de transgênicos.

Sistemas orgânicos são, também, contrários à aplicação de monoculturas, buscando respeitar a sazonalidade dos alimentos. Além disso, incentivam o trabalho de pequenos produtores, considerando aspectos relacionados à tradição, cultura e mecanismos de organização social local; e fornecendo condições trabalhistas, econômicas e sociais justas.


Mas... o que garante que o alimento que adquiri é, realmente, orgânico?

A Lei nº 10.831, de 23 de dezembro de 2003, que dispõe sobre a agricultura orgânica pontua que “para sua comercialização, os produtos orgânicos deverão ser certificados por organismo reconhecido oficialmente” sendo que, “no caso da comercialização direta aos consumidores, por parte dos agricultores familiares, inseridos em processos próprios de organização e controle social, previamente cadastrados junto ao órgão fiscalizador, a certificação será facultativa, uma vez assegurada aos consumidores e ao órgão fiscalizador a rastreabilidade do produto e o livre acesso aos locais de produção ou processamento.”

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

Alimentos que emagrecem -

Ficam aqui alguns exemplos de alimentos que emagrecem e que têm a capacidade de baixar ou aumentar a temperatura do nosso corpo, de forma que o corpo vai gastar calorias para retomar a temperatura normal.

Lista de Alimentos que Emagrecem de Verdade

Água gelada
Beber 8 copos de água gelada por dia queima cerca de 200 calorias.
Pimenta  vermelha
Acelera o metabolismo, aumenta a circulação, aumenta a temperatura do corpo e melhora a digestão.
Pode ser consumido cru, refogado ou em forma de chá. Pode ainda ingerir o gengibre em batidos misturados com aipo, laranja, maçã ou qualquer outra fruta.
Ómega 3
Pode encontrar ómega 3  em produtos como o salmão e sardinha e na semente de linhaça. O ómega 3 é também um excelente anti-inflamatório.
O chã verde é um optimo produto para quem deseja perder peso, reduz a absorção de açúcar no sangue, acelera o trânsito intestinal e aumenta o metabolismo, ajudando a queimar de gorduras.
Feijão
É rico em proteínas livres de gordura saturada. Ajuda a ter um bom colestrol!
Canela
O consumo de algumas pitadas de canela durante o dia. Isso ajuda a controlar os níveis de insulina no sangue, ou seja, afasta a fome.
Maçã
Mais de 80% de sua composição são água, ou seja, seu valor calórico é muito baixo. Uma maça tem em média 60 calorias, sendo rica em fibras, vitaminas e minerais e pobre em gorduras. É importante ser ingerida com a casca, que contém muitos nutrientes. Se não gostar que tal fazer um chá com a casca da maça?
Arroz integral
Este tipo de arroz é mais rico em minerais que são perdidos quando o arroz é polido, o tipo integral é rico em fibras que acaba atuando junto à aveia para melhor digestão.
Granola
Os cereais integrais mantêm a taxa de açúcar no sangue equilibrada, prevenindo a diabetes. Regula o intestino e previne doenças cardíacas e alguns tipos de cancro.
Vinagre
O vinagre sacia porque contém ácido acético que diminui a velocidade com que a comida passa do estômago para o intestino. Por isso, você tem aquela sensação de “estar cheia” por mais tempo.
Esta lista de alimentos que emagrecem é apenas informativa e no caso de pretender iniciar uma dieta para perder peso deve sempre consultar o seu médico.



Ômega 3.



Peixe: alimento rico em ômega 3

O ômega 3 é uma gordura poli-insaturada, ou melhor, um ácido graxo essencial que não pode ser produzido pelo nosso organismo, necessitando assim ser adquirido pela alimentação. Esse ácido graxo, quando ingerido, traz muitos benefícios, sendo importante para a manutenção da boa saúde.

Os benefícios do ômega 3 envolvem neutralização do estresse, melhoria na concentração, reflexos e memória; benefícios ao coração, sistema circulatório e prevenção de doenças, inclusive as autoimunes (doença na qual há uma agressão do organismo contra elementos normais do próprio organismo).

É um anti-inflamatório, reduz a pressão arterial, a taxa de triglicérides no sangue, previne diabetes, artrite e câncer, além de beneficiar o humor, a defesa do organismo e o aprendizado. Além disso, a osteoporose pode ser barrada por esse óleo, gerando equilíbrio. Fornecem energia, participam da formação de hormônios, mantêm a pele macia e lubrificada, transporta vitaminas e auxilia no funcionamento das células.

Os alimentos ricos em ômega 3 são os frutos do mar, como camarões, mariscos, lagostas; e os peixes, como cavala, truta, arenque, atum, bacalhau, sardinha e salmão. Linhaça, amêndoas, nozes e castanha, além de óleos, como azeite e óleo de canola, também possuem essa gordura, dentre outros alimentos.

Por isso é importante minimizar o consumo de carnes vermelhas, creme de leite e manteiga, pois são alimentos ricos em gorduras saturadas. Passar a ingerir maior quantidade de peixe, óleo de azeite, de gergelim e de linhaça é bastante benéfico. E quando se alimentar de peixes, que sejam assados ou cozidos, nunca fritos, pois esse processo destrói o ômega 3.

Por Giogia Lay-Ang
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

Gelatina.




A gelatina é uma substância translúcida, incolor ou amarelada obtida pela fervura de partes de tecido conectivo de animais, como ossos e pele. É usada em alimentos, medicina e indústrias. Na alimentação é utilizada em sobremesas, gomas, como estabilizante ou espessante de sorvete, geleia, iogurte, queijo, margarina. Já na indústria é usada em alguns cosméticos, para a cobertura das cápsulas de produtos farmacêuticos.

A gelatina pode ser adquirida em folhas, em pó com sabor, ao natural ou em cápsulas. A diferença entre a gelatina encontrada em supermercado e aquelas vendidas em casas de suplemento, é que esta contém colágeno em sua forma pura, enquanto a primeira contém menor quantidade da substância.

Quanto aos valores nutricionais, a gelatina em folha e em pó são praticamente semelhantes, já que as duas contêm a mesma matéria-prima: colágeno hidrolisado. A diferença está apenas na forma de preparo.

A gelatina sobremesa é muito apreciada por quem faz dieta, por ser uma das poucas pobre em caloria. Depois de preparada contém grande quantidade de água que proporciona sensação de saciedade. Outros benefícios divulgados sobre o consumo da gelatina referem-se ao fortalecimento das unhas, ao combate da flacidez e à queda de cabelo.

A gelatina é rica em aminoácidos, compostos orgânicos que auxiliam na síntese de colágeno, substância responsável por sustentar os tecidos, assim a pele fica mais firme e hidratada. Quando consumida regularmente fortalece as unhas e o cabelo. Estudos científicos apontam que a gelatina pode atuar na prevenção e no tratamento de dores articulares, artrose, osteoporose.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Os benefícios dos cereais integrais.



Cereais integrais afastam câncer e diabetes

Uma alimentação adequada é essencial para uma vida saudável e de qualidade. Tudo o que ingerimos se reflete em nosso organismo, gerando malefícios ou benefícios a curto e longo prazos. Geralmente, o que ocorre é que ou as pessoas não se alimentam com cereais integrais ou a quantidade ingerida é insuficiente. Isso se dá principalmente pela aceleração do ritmo diário de vida, quando as comidas rápidas se tornam a melhor opção pela praticidade e comodidade.

Os cereais integrais são grãos inteiros, fontes de fibras, nutrientes, minerais (como zinco, fósforo, magnésio), vitaminas e energia (por meio dos carboidratos e proteínas presentes). Sua camada externa é utilizada para a produção de farelo, que contém fibras e vitaminas B e E, além de proteínas. Sua parte intermediária é rica em carboidratos e proteínas, enquanto a parte mais interna possui nutrientes muito importantes para a saúde.

No século XIX, os cereais eram indicados por médicos na prevenção da constipação. Nos últimos 100 anos a dieta das pessoas mudou, passando de rica em cereais à composta por cereais refinados que não têm o mesmo valor nutricional dos integrais, por não conterem a casca e o gérmen (parte germinativa).

Alimentar-se com cereais integrais beneficia significantemente a saúde, auxilia no combate da prisão de ventre e diminui a incidência de doenças como diabetes (por regular os níveis de insulina) e câncer.

Contribui para o controle de peso, pois quem come cereais se sente mais saciado, controla o colesterol, beneficiando o sistema circulatório; mantém a saúde do coração, dos ossos, do sistema nervoso e imunológico e do corpo em geral. Todos esses benefícios devem estar aliados a uma dieta de baixo teor de gordura e a um estilo de vida saudável, com a prática de atividade física, eliminação do tabagismo, estresse e ansiedade.

Alguns exemplos de cereais integrais são aveia, trigo, centeio, cevada, arroz e milho. Para muitas pessoas, nem sempre são bem-vindos no cardápio, mas em prol da saúde e bem-estar atual e futuro é importante incluí-los na dieta. Em pesquisas, foi verificado que o centeio auxilia na memória e mineralização dos ossos, enquanto o trigo ajuda na imunidade e a aveia controla o colesterol. 

O arroz contribui no aproveitamento de energia, o milho beneficia os olhos e a cevada previne osteoporose.

Para manter a alimentação rica em cereais integrais confira algumas dicas:

- ingira pão integral ao invés de pão branco;
- prefira as massas integrais;
- experimente os produtos integrais e, caso não goste, inicie ingerindo pequenas quantidades até se acostumar;
- desenvolva receitas acrescentando aos poucos os cereais integrais em seu cardápio;
- no café da manhã, alimente-se de aveia, pães integrais, biscoitos e bolos feitos à base de farinhas integrais;
- nos lanches, alimente-se de barra de cereais, granola e biscoitos integrais;
- nas refeições, como almoço e jantar, arroz integral, grãos de trigo, massas e tortas feitas de cereais integrais são uma boa recomendação.

Assim, o hábito de pelo menos três porções diárias com cereais integrais é inserido no cotidiano, beneficiando a saúde.

Por Giorgia Lay-Ang
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

Dicas de Alimentação Para o Inverno.



Durante o inverno é comum o desejo por alguns alimentos, como o chocolate quente.

Nessa época é comum os pratos se tornarem mais calóricos. A temperatura cai e, com isso, muitas vezes bate aquela vontade de comer uma fondue ou tomar um chocolate quente. A explicação disso é que no inverno o gasto energético é maior e o organismo se esforça mais para manter a temperatura corporal.

Apesar de a fome aumentar nesse período (como reação do corpo buscando mais energia, usada para controlar a temperatura), é bom não abusar. Especialistas apontam que os excessos podem provocar doenças como hipertensão, obesidade e aumentar as chances de problemas cardiovasculares. Por isso é interessante reavaliar a alimentação na estação mais fria do ano.

Seguem abaixo algumas dicas para enganar a fome ou deixar os pratos menos calóricos:

• Fondue: use leite desnatado e queijos magros e substitua o pão por legumes;
• Chocolate quente: use leite desnatado e achocolatado diet;
• Queijos: prefira os brancos e lights;
• Chás: ótimas opções para aumentar a temperatura do corpo;
• Sopas: dê preferência àquelas preparadas com legumes batidos, para engrossá-la adicione farelo de trigo;
• Abuse das frutas típicas da estação, como laranja e maracujá.
 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Café, benéficos da bebida para a saúde.

Café, benéficos da bebida para a saúde.

Café
O café é uma bebida feita a partir dos grãos torrados do cafeeiro, planta originária das terras altas da Etiópia. Seu nome provém da palavra "qahwa", que significa "vinho da Arábia", uma referência à importância da bebida para os árabes. Com a expansão do Islamismo, o café foi difundido pela Europa, (onde surgiu a ideia de lhe adicionar açúcar) e, posteriormente, pela América. No Brasil, a planta foi introduzida por Francisco de Melo Palheta após uma viagem à Guiana Francesa por volta de 1727.

Ao longo de sua história, o café ganhou gigantesca popularidade e importância. Em Paris, Rousseau, Voltaire, Richelieu e Diderot eram frequentadores assíduos do famoso estabelecimento Café de La Régence. Em momentos da década de 80, foi a segunda mercadoria mais valiosa do mundo, atrás apenas do petróleo.

Os efeitos benéficos da bebida para a saúde são reconhecidos a um bom tempo. Desde o século XVIII, prescreviam-no como remédio nas farmácias. De fato, o café é rico em vitamina B, lipídios e sais minerais. Se consumido moderadamente, pode auxiliar na prevenção de inúmeras doenças, como o mal de Parkinson, a depressão, o diabetes, os cálculos biliares, entre muitas outras.

A cafeína presente na bebida estimula a atividade cerebral, a produção de endorfinas, além de melhorar a atenção e a concentração do indivíduo. O café ainda melhora a taxa de oxigenação do sangue, possui propriedades antioxidantes e combate os radicais livres presentes no organismo. É aconselhável a ingestão de até 5 xícaras de café por dia. 

Benefícios do Iogurte.



Iogurte natural

O iogurte é um líquido espesso, branco e levemente ácido, obtido pela fermentação do leite. Pode ser servido com frutas, chocolate ou mesmo vendido em várias opções de sabores.

A bebida foi propagada por todo o mundo após alguns estudos evidenciarem que seu consumo trazia benefícios à saúde. O biólogo russo Llia Metchnikoff (1845-1916) estudou as tribos das montanhas da Bulgária que apresentavam longa vida por consumirem o iogurte habitualmente.

Em virtude da presença de fermentos lácteos, o iogurte possui propriedades nutricionais benéficas: além de aumentar a longevidade, é de fácil digestão, o que faz dele um produto muito bom para pessoas com problemas gastrointestinais. Também auxilia no bom funcionamento do intestino e contém cálcio que ajuda no fortalecimento dos dentes. Pode ser indicado em casos de osteoporose e para mulheres que precisam repor o cálcio no período da menopausa.

O iogurte pode ser encontrado em diferentes versões e são divididos em categorias, como naturais e desnatados, fazendo parte tanto da alimentação de pessoas que optam por uma nutrição equilibrada, quanto daquelas que estão de dieta.

 O iogurte natural contém proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais. O desnatado contém as mesmas propriedades nutritivas, porém com uma redução de gordura que lhe confere baixo valor calórico, sendo indicado para quem quer emagrecer e controlar o índice de colesterol.

É uma bebida que compõe o café da manhã, podendo ser usada em receitas doces e salgadas. O iogurte natural é consumido natural ou usado em receitas como saladas, pães, molhos, doces, sorvetes.
 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Alimentos que emagrecem rápido.



feijao
Feijão
O feijão contém uma proteína que inibe naturalmente o apetite.
pimenta
Pimenta
O consumo de pimenta ajuda-a a perder peso. A pimenta contém uma substância diminui o apetite.
salada
Alface
Não contém nenhuma substância que ajuda a emagrecer, no entanto é pobre em calorias, e quando ingerida antes das refeições ajuda a controlar a gula pois ocupa muito espaço no estômago.
amendoim
Amendoim
Apesar de ter muitas calorias ajuda a perder peso. O amendoim contribui para acelerar o metabolismo (coma 3 mãos cheias por dia).
cha verde
Chá verde
O chá verde queima gorduras porque é rico em anti oxidantes que aceleram o metabolismo, auxiliando o organismo a queimar gorduras.
pera
Pêra
A pêra é rica em fibra. Diminui a vontade de beliscar entre as refeições.
azeite
Azeite
A gordura monossaturada do azeite ajuda a queimar calorias.
canela
Canela
O consumo de algumas pitadas de canela durante o dia. Isso ajuda a controlar os níveis de insulina no sangue, ou seja, afasta a fome.
vinagre
Vinagre
O vinagre sacia porque contém ácido acético que diminui a velocidade com que a comida passa do estômago para o intestino. Por isso, você tem aquela sensação de “estar cheia” por mais tempo.
Além de consumir os alimentos que emagrecem, para um emagrecimento saudável é importante manter o metabolismo acelerado fazendo de 5 a 6 refeições por dia, em pequena quantidade, comendo devagar.
Apesar desta lista de alimentos que emagrecem ser bastante útil, não se esqueça de visitar o seu médico se pretender iniciar uma dieta.

Alimentação Funcional.



A soja é um alimento funcional.
 
Os alimentos funcionais são aqueles que exercem funções metabólicas ou fisiológicas no organismo atuando no crescimento, desenvolvimento, nutrição, proteção, entre outros. Aplica-se aos alimentos funcionais o papel de proteger o organismo contra doenças crônico-degenerativas além de problemas como celulite, acnes, envelhecimento precoce e outros.

Algumas pessoas confundem o termo proteção dos alimentos funcionais, mas é importante que se saiba que os alimentos atuam de forma a fortalecer o organismo e reduzir as chances de desenvolvimento de doenças, ou seja, se alguma doença porventura surgir, os alimentos funcionais irão agir somente para fortalecer o organismo e não para curá-lo.

Para utilizar alimentos funcionais na alimentação diária e ainda contar com os benefícios que estes promovem, deve-se atentar para a quantidade a ser ingerida dos componentes funcionais, pois em pequenas quantidades não trarão de fato os benefícios que possivelmente trariam se ingeridos de maneira adequada.

São alimentos funcionais: soja, trigo, arroz, milho, tomate, alho, azeite, chá-verde, uva vermelha, castanha-do-pará, peixes, gergelim, linhaça, lactobacilos, mel e outros. São considerados funcionais os alimentos pré-bióticos, probióticos e simbióticos que beneficiam o funcionamento do intestino.

Apesar de alguns alimentos serem ricos em calorias é importante consumir carboidratos, lipídios e todos os outros nutrientes essenciais para que o organismo não sofra pela falta de algum componente de que precisa para funcionar bem.
 
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Alimentos Bons Para o Cérebro



Ovo, um dos alimentos responsáveis pelo bom funcionamento cerebral.

Ao contrário do que muitos pensavam, os cientistas descobriram nos anos de 1990, que os neurônios se reproduzem no decurso da vida. O processo de nascimento das novas células nervosas, que é chamado de neurogênese, pode ser estimulado através de alimentos, garantindo-lhe funções nobres, como a capacidade de memorizar e raciocinar.

A novidade é que a alimentação enriquecida com colina, nutriente presente na gema do ovo contribui para a neurogênese; já a clara contém a glutamina, essencial para constituir o DNA, ou seja, o material genético de novas células na massa cinzenta. Outra substância boa para a atividade cerebral é o ômega 3, ácido graxo que favorece a neurogênese e protege os já existentes. O nutriente pode ser encontrado em peixes, como salmão, sardinha, atum.

É importante também equilibrar a dieta com proteínas, gordura e carboidrato, uma vez que o cérebro gasta grande quantidade de glicose, que pode ser encontrada em pães, massas e arroz. Frutas e vegetais amarelos também são indicados, pois são fontes de betacaroteno, antioxidante eficaz contra o envelhecimento celular. Outras fontes de antioxidantes são: frutas vermelhas e castanhas, como nozes, amendoim, avelã.

As carnes, os grãos integrais, o leite e seus derivados são fontes de vitamina do complexo B, que auxilia a regulação da transmissão entre os neurônios.
 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Alimentos que combatem o colesterol ruim


HDL- Bom colesterol; LDL- Mau colesterol
HDL- Bom colesterol; LDL- Mau colesterol
colesterol é um lipídeo insolúvel, que, quando em excesso, é responsável por algumas doenças cardiovasculares. Esse lipídeo exerce funções importantes em nosso organismo, como fabricação de vitamina D, produção de hormônios sexuais e participação no crescimento e regeneração celular.

 “Não podemos viver sem o colesterol", explica Raul D. Santos, cardiologista do Centro de Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e professor livre-docente da Faculdade de Medicina da UPS.

Existem dois tipos de colesterol: o colesterol bom e o colesterol ruim.
O colesterol bom também chamado de HDL (lipoproteínas de alta densidade -High-Density Lipoproteins)é bom para o organismo e o protege, pois recolhe todo o colesterol ruim depositado nos vasos sanguíneos, para depois ser eliminado pelo fígado.

O colesterol ruim, também chamado de LDL (lipoproteínas de baixa densidade -Low-Density Lipoproteins), deposita-se nas paredes das artérias, deixando-as mais estreitas, o que dificulta a passagem do sangue e pode levar ao entupimento da artéria. O colesterol está associado ao excesso de peso, má alimentação, diabetes, pressão alta e tabagismo.

Segundo o professor Raul, a genética é o fator determinante para a presença de colesterol em excesso. Uma pessoa pode ter uma dieta rica em gorduras e seu nível de LDL ser baixo, pois o fígado consegue eliminar o excesso de colesterol de forma correta. Já pessoas que apresentam uma dieta balanceada podem ter o nível de LDL alto, porque o fígado não consegue excretar bem as gorduras. Por esse motivo é errado dizer que somente pessoas obesas têm colesterol alto.

Tanto o HDL, quanto o LDL fazem parte de nosso organismo, sendo que 70% do bom colesterol é sintetizado, enquanto que 30% é adquirido na alimentação. Há alimentos que além de combaterem o colesterol ruim, ainda aumentam o nível do bom colesterol no sangue, sendo aliados das pessoas que sofrem com o excesso de LDL.

O consumo de fibras solúveis encontradas no farelo de aveia, feijões, ervilhas, frutas cítricas e maçãs reduz o nível de LDL no sangue.
Morango e cereja combatem os radicais livres, o que faz com que o sistema cardiovascular funcione melhor.

O consumo de uva vermelha, maçã e brócolis auxilia no aumento do bom colesterol por conter grande quantidade de quercetina, um flavonoide muito encontrado no reino vegetal, com atividade antioxidante e de remoção dos radicais livres.

Frutas de cor roxa e vermelha possuem antocianinas, substância com ação antioxidante e com importante contribuição para o sistema circulatório.
berinjela, por possuir alto teor de fibras, ajuda na diminuição das gorduras que circulam pelo sague. É rica em flavonoides e antioxidantes, substâncias que dificultam a formação de placas de gorduras nas paredes das artérias.

azeite e o abacate possuem gordura monoinsaturada, muito benéfica para o coração, além de aumentar o nível de colesterol bom e diminuir o nível de colesterol ruim.

Sardinha, salmão e atum são alimentos ricos em ômega -3, o que inibe a formação de plaquetas e a coagulação sanguínea, prevenindo doenças cardiovasculares. Além disso, seu consumo possibilita o controle do colesterol e dos triglicérides.

A melhor forma de combater o colesterol ruim é manter o bom senso na hora das refeições, evitar o consumo de gorduras saturadas e gorduras trans, preferir óleos vegetais para cozinhar e evitar o consumo de carnes vermelhas, principalmente as carnes gordurosas.

Paula Louredo
Graduada em Biologia

A importância dos alimentos no combate ao câncer.



A melancia atua no combate ao câncer de mama e de colo uterino.

Os alimentos, apesar de não serem milagrosos, contribuem bastante para o combate do câncer. Esses, através dos nutrientes que possuem, conseguem proteger as células do organismo dos problemas provocados por substâncias e objetos cancerígenos. Para melhor entendimento, é necessária a compreensão do processo de infecção das células.

Em contato com o material cancerígeno, o organismo passa por uma lenta transformação. Uma célula é atacada pelo material cancerígeno, tendo seu gene totalmente modificado. Tal modificação transforma a célula em maligna e a mesma começa a se multiplicar de forma desordenada e irreversível, fazendo com que as demais células sejam danificadas.

Dessa forma, os alimentos atuam na prevenção e no fortalecimento das células do organismo, pois possuem antioxidantes, fitos substâncias  vitaminas, minerais e outros que conseguem atuar de maneira preventiva. Seguem abaixo alguns alimentos que merecem destaque na ação anticâncer:

Abóbora, cenoura, beterraba, batata-doce, manga e mamão são alimentos ricos em betacaroteno, substância que auxilia o organismo na restauração das células prejudicadas por agentes oxidantes. Dessa forma, atuam contra os mais variados tipos de tumor.

Brócolis, repolho, couve-flor, couve-manteiga, rúcula e espinafre possuem uma substância chamada sulforafane, cuja função no organismo é regenerar e aumentar a resistência do mesmo.

Couve-flor, ervilha, goiaba, maçã, melancia, pepino-japonês e o trigo são alimentos ricos em fibras que lentamente percorrem o aparelho digestório aumentando a saciedade e diminuindo o teor de gordura no organismo.

Tomate, melancia, pimentão e beterraba são ricos em licopeno, substância que atua sobre os radicais livres impedindo que os mesmos danifiquem as células normais do organismo.

Os alimentos probióticos, que contêm bactérias benéficas ao organismo, conseguem fortalecer o sistema de defesa do corpo e ainda combatem úlceras que induzem a formação das células malignas.
As sementes oleaginosas, folhas verdes, batata-doce, leite, aveia, peixe e soja são alimentos ricos em alfa tocoferol  substância que inibe a ação dos radicais livres no organismo e o crescimento de tumores no pulmão.

É importante lembrar que todos os alimentos devem ser ingeridos de maneira variada, pois não se deve deixar nenhum de lado para que o organismo seja fortalecido por completo, já que certos alimentos atuam em partes específicas do corpo.
 
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Obs... Nem um alimento substitui o tratamento médico.

Tomate - Conheça as vitaminas presentes no tomate.



Tomate
Apesar de ser considerado por muitos um legume, o tomate é uma fruta. Originário das Américas Central e do Sul, hoje o tomate é cultivado e consumido em todos os continentes. Por muito tempo a fruta esteve entre os alimentos de pouco valor nutritivo, mas isso mudou após a divulgação de algumas pesquisas feitas com o alimento que comprovaram os poderes benéficos e fitoterápicos, fazendo com que o tomate subisse na lista de alimentos ricos em propriedades nutricionais e valores funcionais.

O tomate é rico em licopeno, substância antioxidante que combate os radicais livres, retarda o envelhecimento e protege contra alguns tipos de câncer. Segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, o consumo regular da fruta diminui o risco de câncer de próstata. Além do licopeno, o tomate contém vitaminas A, B e C, e sais minerais como fósforo, ferro e potássio. Por possuir baixo valor calórico o tomate é indicado em dietas nutricionais. No mercado há vários tipos de tomate: Santa Cruz, Caqui, Cereja, Italiano, Saladete, Débora, etc. Pode ser consumido de várias formas:
• Em saladas;
• Purês;
• Molhos;
• Doces;
• Geleias;
• Sucos, etc.
Ao optar por consumir a fruta crua e com casca é importante lavá-la bem em água corrente e deixar de molho em um litro de água filtrada com uma colher de sopa de água sanitária, por aproximadamente 30 minutos, enxaguando, em seguida, com água filtrada. Essa ação não elimina vestígios de agrotóxicos, mas elimina micro-organismos que possam estar na casca.
 
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

Alimentação Durante a TPM.



Especialistas aconselham alimentos como os carboidratos, para melhorar os sintomas da TPM.

Todos os meses o organismo da mulher passa por variações hormonais decorrentes dos hormônios estrógeno e progesterona, envolvidos na preparação do corpo para engravidar. O resultado é o aparecimento de alguns sinais, conhecidos como TPM (tensão pré-menstrual).

Nesse período, algumas mulheres ficam mais agitadas, têm oscilações de humor, crises de choro sem motivo aparente e, por apresentarem comportamentos mais agressivos, podem ter suas atividades diárias e seus relacionamentos prejudicados. Pode ocorrer também a queda de serotonina, hormônio responsável, entre outras coisas, pela regulação do humor.

Um dos fatores que contribuem para tornar esse período menos estressante é a alimentação. Especialistas aconselham alimentos como os carboidratos (cereais, pão, arroz integral e batata), distribuídos em pequenas porções no decorrer do dia. Alimentos ricos em magnésio, vitamina B6 e cálcio também melhoram os sintomas da TPM.

Os alimentos que podem ser bons aliados nesse período são:

• Lentilha, feijões, grão-de-bico, em razão do alto teor de carboidratos e proteínas ainda auxiliam a regular os níveis de açúcar no sangue; 

• As vitaminas E e B6 são encontradas em frutos oleaginosos como amendoim, nozes, amêndoa; 

• A vitamina A, o cálcio e o magnésio são encontrados na couve, brócolis e couve-de-bruxelas. Alimentos como cenoura e pimentão ajudam a reduzir a hipoglicemia; 

• Fruta, além de regular a função intestinal, é uma boa opção para diminuir o desejo de comer doces; 

• Folhas, como salsinha e salsão e frutas, como o abacaxi e a melancia, atuam como diuréticos, auxiliando na retenção de líquidos.
 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola