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A importância dos alimentos no combate ao câncer.


A melancia atua no combate ao câncer de mama e de colo uterino.

Os alimentos, apesar de não serem milagrosos, contribuem bastante para o combate do câncer. Esses, através dos nutrientes que possuem, conseguem proteger as células do organismo dos problemas provocados por substâncias e objetos cancerígenos. Para melhor entendimento, é necessária a compreensão do processo de infecção das células.

Em contato com o material cancerígeno, o organismo passa por uma lenta transformação. Uma célula é atacada pelo material cancerígeno, tendo seu gene totalmente modificado. Tal modificação transforma a célula em maligna e a mesma começa a se multiplicar de forma desordenada e irreversível, fazendo com que as demais células sejam danificadas.

Dessa forma, os alimentos atuam na prevenção e no fortalecimento das células do organismo, pois possuem antioxidantes, fitossubstâncias, vitaminas, minerais e outros que conseguem atuar de maneira preventiva. Seguem abaixo alguns alimentos que merecem destaque na ação anticâncer:

Abóbora, cenoura, beterraba, batata-doce, manga e mamão são alimentos ricos em betacaroteno, substância que auxilia o organismo na restauração das células prejudicadas por agentes oxidantes. Dessa forma, atuam contra os mais variados tipos de tumor.

Brócolis, repolho, couve-flor, couve-manteiga, rúcula e espinafre possuem uma substância chamada sulforafane, cuja função no organismo é regenerar e aumentar a resistência do mesmo.

Couve-flor, ervilha, goiaba, maçã, melancia, pepino-japonês e o trigo são alimentos ricos em fibras que lentamente percorrem o aparelho digestório aumentando a saciedade e diminuindo o teor de gordura no organismo.

Tomate, melancia, pimentão e beterraba são ricos em licopeno, substância que atua sobre os radicais livres impedindo que os mesmos danifiquem as células normais do organismo.

Os alimentos probióticos, que contêm bactérias benéficas ao organismo, conseguem fortalecer o sistema de defesa do corpo e ainda combatem úlceras que induzem a formação das células malignas.

As sementes oleaginosas, folhas verdes, batata-doce, leite, aveia, peixe e soja são alimentos ricos em alfa tocoferol, substância que inibe a ação dos radicais livres no organismo e o crescimento de tumores no pulmão.

É importante lembrar que todos os alimentos devem ser ingeridos de maneira variada, pois não se deve deixar nenhum de lado para que o organismo seja fortalecido por completo, já que certos alimentos atuam em partes específicas do corpo. 

 
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

A importância dos alimentos no combate ao câncer.


A melancia atua no combate ao câncer de mama e de colo uterino.

Os alimentos, apesar de não serem milagrosos, contribuem bastante para o combate do câncer. Esses, através dos nutrientes que possuem, conseguem proteger as células do organismo dos problemas provocados por substâncias e objetos cancerígenos. Para melhor entendimento, é necessária a compreensão do processo de infecção das células.

Em contato com o material cancerígeno, o organismo passa por uma lenta transformação. Uma célula é atacada pelo material cancerígeno, tendo seu gene totalmente modificado. Tal modificação transforma a célula em maligna e a mesma começa a se multiplicar de forma desordenada e irreversível, fazendo com que as demais células sejam danificadas.

Dessa forma, os alimentos atuam na prevenção e no fortalecimento das células do organismo, pois possuem antioxidantes, fitossubstâncias, vitaminas, minerais e outros que conseguem atuar de maneira preventiva. Seguem abaixo alguns alimentos que merecem destaque na ação anticâncer:

Abóbora, cenoura, beterraba, batata-doce, manga e mamão são alimentos ricos em betacaroteno, substância que auxilia o organismo na restauração das células prejudicadas por agentes oxidantes. Dessa forma, atuam contra os mais variados tipos de tumor.

Brócolis, repolho, couve-flor, couve-manteiga, rúcula e espinafre possuem uma substância chamada sulforafane, cuja função no organismo é regenerar e aumentar a resistência do mesmo.

Couve-flor, ervilha, goiaba, maçã, melancia, pepino-japonês e o trigo são alimentos ricos em fibras que lentamente percorrem o aparelho digestório aumentando a saciedade e diminuindo o teor de gordura no organismo.

Tomate, melancia, pimentão e beterraba são ricos em licopeno, substância que atua sobre os radicais livres impedindo que os mesmos danifiquem as células normais do organismo.

Os alimentos probióticos, que contêm bactérias benéficas ao organismo, conseguem fortalecer o sistema de defesa do corpo e ainda combatem úlceras que induzem a formação das células malignas.

As sementes oleaginosas, folhas verdes, batata-doce, leite, aveia, peixe e soja são alimentos ricos em alfa tocoferol, substância que inibe a ação dos radicais livres no organismo e o crescimento de tumores no pulmão.

É importante lembrar que todos os alimentos devem ser ingeridos de maneira variada, pois não se deve deixar nenhum de lado para que o organismo seja fortalecido por completo, já que certos alimentos atuam em partes específicas do corpo. 

 
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Catalunha rica em cálcio, fósforo, ferro, fibras, vitaminas A, C e do complexo B


Catalunha

A Catalunha é uma verdura rica em cálcio, fósforo, ferro, fibras, vitaminas A, C e do complexo B. Os sais minerais contribuem para a formação dos ossos, dentes e sangue. A vitamina A é boa para a visão e saúde da pele. A vitamina C age contra infecções e evita a fragilidade dos ossos e dentes. Já as vitaminas do complexo B são fundamentais para o crescimento, evitam infecções da pele e queda dos cabelos.

Em razão do sabor amargo eliminado durante a fervura, a catalonha deve ser cozida por muito tempo com bastante água. Ao prepará-la, escorra bem antes de adicionar tempero. Além das folhas, os talos também são utilizados, pois contêm muitas vitaminas e sais minerais. Tempere a Catalunha com óleo, sal e caldo de limão.

O período de conservação em geladeira é de 3 a 4 dias. A safra é de agosto a janeiro. 

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Abobrinha


Abobrinha


A abobrinha pertence à família das cucurbitáceas. Originária do continente americano, a abobrinha é um fruto de fácil digestão, rico em niacina, fonte de vitaminas do complexo B e possui poucas calorias. Contém fósforo, cálcio, ferro.

Os tipos de abobrinha mais comuns no mercado brasileiro são: a abobrinha tipo menina, que tem o fruto com pescoço, e a tipo italiana, com o fruto alongado, sem pescoço. Pode ser encontrada nas cores verde bem claro, quase branca e verde médio com faixas de cor.

A abobrinha estraga rapidamente, ficando murcha e com a casca sem brilho. Em ambiente natural o fruto é conservado por até dois dias. Na geladeira, o período de conservação é de, no máximo, cinco dias.

Na hora da compra escolha os frutos firmes, com a casca de cor brilhante, sem partes escuras ou amolecidas.

A abobrinha pode ser consumida refogada, cozida em saladas frias, com suflê, frita à milanesa, recheada. Durante a preparação evite descascá-la, opte por raspar a casca com uma faca.

 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola 

Alface.


Alface

A alface é originária do leste do Mediterrâneo e utilizada na alimentação desde 500 a.C. É cultivada em todo o mundo para o consumo em saladas. A alface se apresenta em vários tipos de folhas, cores, formas, tamanhos e texturas.

A folha contém vitamina A, C, niacina, minerais, como cálcio, fósforo e ferro. A vitamina A auxilia no funcionamento dos órgãos da visão e é boa para a pele. A vitamina C atua contra infecções, auxilia no processo de cicatrização, evita a fragilidade dos ossos e má-formação dos dentes. Funciona como calmante, combate a insônia. Utilizada também em aplicações tópicas de cataplasmas quentes em casos de inchaço e inflamações.

O período de safra vai de maio a novembro. Cem gramas de alface fornecem 15 calorias.

Ao comprá-la prefira as de folhas limpas, de cor brilhante e sem marcas de picadas de insetos. Os tipos encontrados são: alface-crespa, romana, mimosa, americana, alface-repolhuda, etc.


 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Escarola é rica em vitamina A, B2, B5, contém cálcio e ferro. Purifica o sangue,


Escarola


A escarola é uma verdura semelhante à alface, porém suas folhas são mais duras, escuras e possuem sabor amargo. Pertencente à família das Asteráceas, foi conhecida e consumida pelos antigos gregos, romanos e egípcios. Inicialmente foi utilizada mais na medicina que na culinária. Entretanto, há relatos na literatura egípcia de que a escarola era consumida tanto crua quanto cozida em saladas.

Muito popular em toda a Europa, a escarola foi introduzida no continente no século XIII. É uma verdura que oferece maior qualidade no inverno, portanto pode ser encontrada no mercado durante todo o ano.

A escarola é rica em vitamina A, B2, B5, contém cálcio e ferro. Purifica o sangue, é laxante e indicada para aumentar a resistência do organismo contra infecções dos sistemas digestório, urinário e respiratório. Estimula o apetite e é consumida preferencialmente em forma da salada.

O prazo de conservação em geladeira é de cinco a sete dias. 


Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Mostarda.


Mostarda

A mostarda é uma hortaliça cujo uso é muito antigo, sendo conhecida pelo seu sabor amargo e sua semelhança com os brócolis, tanto no tamanho quanto na forma de suas folhas. A planta é pertencente à família das Brassicácea e, apresenta caule ereto, simples, e folhas alternadas e alongadas.

As sementes da planta são utilizadas desde a Antiguidade, tanto no uso culinário como medicinal. Os egípcios usavam a mostarda para combater problemas respiratórios. Existem dois tipos de sementes de mostarda: amarela e marrom. Ambos são usados na fabricação da pasta, principal ingrediente do molho de mostarda, sendo mais utilizados na Alemanha e França, respectivamente.

A mostarda é rica em vitamina A, responsável pela integridade da pele e das mucosas; vitaminas do complexo B, importantes no metabolismo energético; e em sais minerais, elementos que são constituintes estruturais dos tecidos corpóreos. Também possui uma pequena quantidade de calorias, sendo indicada para pessoas que querem manter ou reduzir o peso.

A hortaliça é facilmente encontrada em feiras, sendo consumida crua ou cozida, em saladas, sopas e pratos. Seu período de safra vai de julho a novembro e de janeiro e fevereiro. 

Rabanete.


Rabanete

Rabanete é uma planta pertencente à família das brassicáceas, originária da região mediterrânea. Quando adulta, a planta mede entre 15 e 20 cm de altura. Sua raiz é um tipo de caule, comestível, de cor vermelha e sabor picante.

É fonte de vitamina C, que protege contra gripes e resfriados, contém uma boa quantidade de potássio, evitando a perda de colágeno; sódio, que auxilia na digestão; e magnésio, importante para manter ativo o sistema nervoso. Possui poucas calorias, por isso é recomendado para pessoas que estão em dietas de emagrecimento.

O rabanete pode ser consumido cru, em saladas. Pode ser preparado na forma de petiscos, uma opção mais saudável em relação aos pratos calóricos geralmente cozinhados.

O rabanete deve ser conservado, preferencialmente, em geladeira, dentro de saco plástico.
Ao comprá-lo, prefira os rabanetes lisos, firmes e sem rachaduras.

 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Jiló


Jiló

Bastante popular pelo seu gosto amargo, o jiló ou jinjilo, como é conhecido em algumas regiões do Brasil, é o fruto de uma planta da família das solanáceas (Solanum gilo). 

Semelhantemente à berinjela, o jiló é considerado equivocadamente, por muitos, como um legume. Sua origem é desconhecida, mas por ser abundante no Brasil e na África, é provável que o fruto seja proveniente dessas regiões.

O jiló é uma boa fonte de cálcio, fósforo e ferro. Com um baixo teor calórico, o fruto também possui significativas quantidades de vitaminas A, B e C.

O fruto é consumido cozido e somente antes de seu amadurecimento. Infelizmente, no processo de cozimento, a vitamina C é eliminada. 

Algumas pessoas apreciam o gosto amargo do jiló. Em alguns lugares, ele é servido como tira-gosto de bebidas alcoólicas.
 

O PODER DA ERVILHA!!!



Ervilha

Utilizadas na famosa experiência de Mendel, na qual foram descobertas as leis da herança biológica, a ervilha é uma leguminosa de origem europeia, tendo sido bastante difundida, também, em algumas regiões da Ásia. As ervilhas são retiradas das vagens da espécie Pisum sativum, constituindo um ótimo alimento.

Em relação aos grãos, existem dois tipos. O grão liso, embora seja mais resistente e de fácil amadurecimento, é pequeno e pouco apreciado em relação ao grão rugoso, que possui um tamanho maior e um sabor mais doce.

A ervilha oferece muitos benefícios à saúde, variando conforme a espécie do grão. De uma forma geral, podemos afirmar que os grãos possuem sais minerais, como cálcio, fósforo, ferro, enxofre, potássio e cobre, elementos que são constituintes estruturais dos tecidos corpóreos e reguladores orgânicos que controlam os impulsos nervosos. A leguminosa também possui vitaminas A, importante para a visão e para a formação de ossos; vitaminas do complexo B, que desempenham um papel importante no metabolismo energético; e vitamina C, importante nos processos de cicatrização.

Nos últimos vinte anos, o Brasil reduziu a importação da ervilha de forma significativa (70%). Isso se deve ao esforço feito pela Embrapa no sentido de desenvolver espécies mais resistentes às doenças e mais proveitosas que as espécies importadas.

O período de safra da ervilha vai de junho a agosto. A leguminosa é utilizada na preparação de pratos, como sopas, saladas, carnes, tortas, etc. Em algumas regiões do mundo, os grãos são consumidos juntamente com as vagens.

Couve.



Couve

Couve é uma hortaliça da família das crucíferas, originária da Europa. Suas folhas são grandes, com bordas lisas ou rendadas. É uma planta de talo grosso que atinge cerca de 1,20 m de altura. Pode ser consumida crua ou cozida, no preparo de sopas, sucos e farofa.

Existem mais de cem variedades de couve, dentre elas: couve-de-bruxelas, couve-flor, couve-nabo e couve-repolho.

A couve contém vitaminas A, B, C e minerais como enxofre e fibras. Os talos da couve são utilizados como remédio. A couve combate a asma e a bronquite, já que o enxofre atua como expectorante. As fibras protegem a mucosa gástrica, diminuindo a acidez do estômago.

O tempo de conservação da couve é pequeno: dentro de saco plástico aberto, em local fresco, conserva-se por até um dia.

Durante a compra é interessante observar o aspecto de produto fresco, como, por exemplo, se não estão murchas, se não existem manchas escuras ou amarelas e se os talos estão firmes. 

 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Cebolinha.



Cebolinha

A cebolinha é uma das hortaliças mais utilizadas e comercializadas em todo o mundo. Em razão de ser uma planta bem versátil em relação ao seu uso, é utilizada em praticamente todas as partes do mundo. O mais antigo indício do cultivo da hortaliça data de cerca de 3.200 anos a.C. na civilização persa.

Existem duas espécies de cebolinha, ambas pertencentes à mesma família: A. fistulosum (cebolinha-comum ou verde), natural da Sibéria; e A schoenoprasum (cebolinha-de-folhas-finas ou galega), proveniente da Europa. Acredita-se que a planta foi introduzida na América através de Cristóvão Colombo.

A cebolinha é uma boa fonte de vitaminas A e C, sendo, assim, um bom auxílio no combate à gripe e às doenças respiratórias em geral. Além disso, a hortaliça auxilia na digestão e estimula o apetite. Existem inúmeras maneiras de se utilizar a cebolinha. 

Geralmente, a hortaliça é usada na elaboração de pratos, como sopas, caldos, omeletes, purês de batata, etc., além de ser um ingrediente essencial na fabricação de muitos temperos.

Alimentos que ajudam a emagrecer.


Acrescente alimentos que ajudam a emagrecer ao seu cardápio de ganhe um corpo novo.

Sanduíche no pão folha
Alguns alimentos ajudam a emagrecer e a afinar a cintura
Foto: Divulgação








Alimentos integrais
: como eles não passaram pelo processo de beneficiamento ou refinamento, são ricos em fibras, essenciais para manutenção e funcionamento adequado do intestino. Vitaminas do complexo B e minerais, como ferro, são outros componentes importantes para uma dieta equilibrada.
Chás de frutas e flores sem adição de açúcar: são naturalmente doces, o que segura a vontade de consumir guloseimas. Quando consumidos quentes ou mornos, ajudam a acalmar, evitam ataques compulsivos e amenizam a ansiedade do cotidiano agitado. Experimente uma xícara de chá de morango ou abacaxi no fim da tarde ou antes de deitar. E o melhor: eles não contêm calorias.
Folhas verde-escuras: fontes de cálcio, fósforo, ferro e vitaminas A, C e do complexo B, esses alimentos dão uma força e tanto ao organismo. Procure consumi-las cruas para evitar a perda de nutrientes. Agrião, couve-manteiga, bertalha, brócolis, espinafre e rúcula são ótimas pedidas.
Cítricos: muito ricas em vitamina C, as frutas cítricas possuem poderosos antioxidantes que podem reduzir em até 50% o risco de câncer de boca, laringe e estômago, segundo pesquisas recentes. Elas fortalecem o sistema imunológico e ajudam o organismo a se proteger da formação de tumores e proliferação de células cancerígenas.
Leite e iogurte desnatados: ajudam a manter a massa muscular magra mesmo com a perda de peso. Ricos em sais minerais, como cálcio e zinco, proteínas e vitaminas A e do Complexo B, nutrientes essenciais para a saúde da pele, do cabelo e das unhas, também fortalecem o sistema imunológico.
Granola: alimento completo, não possui gorduras nem açúcares e pode ser consumido diariamente como fonte de fibras. Ajuda a equilibraro organismo, pois diminui a velocidade de metabolização do açúcar.

Vagem



Vagem

A vagem é uma verdura pertencente à família Fabaceae, originária da América Central. Entre as variedades mais comuns de vagem estão a vagem-de-corda e a vagem-de-metro, que são conhecidas também como feijão-verde.

Contém pequenos teores de gorduras e proteínas, possui vitaminas A, C e do complexo B, além de minerais como o manganês e o zinco. Também é rica em fibras que auxiliam no trabalho do intestino.

O período de conservação em geladeira é de no máximo cinco a sete dias. Após esse prazo, a vagem pode apresentar manchas escuras. Em condição ambiente conserva-se por no máximo dois ou três dias.

Antes do preparo, lave as vagens em água corrente e remova suas pontas. Utilize pouca água no cozimento ou dê preferência ao vapor.

A boa qualidade pode ser observada através da cor brilhante e do aspecto tenro e quebradiço. Vagens são consumidas em saladas, cozidos, farofas, sopas. O melhor período para o consumo é entre os meses de outubro e janeiro.
 

Alcachofra



Alcachofra
 A alcachofra, cujo nome botânico é Cynara scolymus L., é uma planta com folhas espinhosas, flores púrpuras e que pode atingir até 3 metros de altura. As grandes brácteas que envolvem as flores da alcachofra são as partes comestíveis. Originária do Mediterrâneo, no sul da Europa e norte da África, a planta é popularmente classificada como hortaliça. A alcachofra foi trazida para o Brasil pelos imigrantes europeus.

A planta é natural de climas temperados, rebrotando sempre após o inverno. As partes comestíveis, chamadas de escamas ou pétalas, apresentam uma base carnosa. As variedades da hortaliça são: Violeta de Proença, Roxa de São Roque, Verde Lion e Verde Grande da Bretanha. Em razão de ser uma planta típica de climas mais amenos, a alcachofra pode até se desenvolver em climas quentes, porém não forma os botões florais, ou seja, as partes comestíveis.

A hortaliça possui boas quantidades de vitamina A, C e sais minerais, como o ferro, o cálcio e o fósforo. A alcachofra também possui elementos eficientes que regulam o fígado, além de ser indicada nas dietas, em virtude de seu baixo teor calórico. Em virtude da quantidade de vitamina C presente na hortaliça, ela é indicada no combate a anemias e ao raquitismo.

A alcachofra é utilizada na culinária, no preparo de saladas. É aconselhável consumir a hortaliça rapidamente após a compra, uma vez que a mesma começa a perder suas qualidades após certo tempo. Os maiores produtores mundiais de alcachofra são a França, Itália e Espanha. No Brasil, os maiores estão concentrados no estado de São Paulo. 

Acelga



Acelga
A acelga ou beterraba branca é uma hortaliça de talos longos e firmes, as folhas podem ser opacas ou brilhantes na coloração verde ou avermelhada. Existem relatos sobre seu uso desde o século IV a.C., na região costeira do mar Mediterrâneo, onde fazia parte da alimentação básica dos camponeses. Depois foi levada da Europa para outros continentes.

Era utilizada na Antiguidade pelos romanos, gregos e egípcios.

A acelga é rica em niacina, vitamina A e vitamina C, fibras que auxiliam na função intestinal. A vitamina A é boa para a visão, saúde da pele e mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C previne infecções, problemas da pele, hemorragias, fragilidade dos ossos. A niacina evita problemas do sistema digestório e nervoso.

Contém poucas calorias, é usada em saladas, ótima opção para quem está de regime. Pode ser consumida crua, cozida ou refogada, misturada a frutas e legumes crus, massas, com frango, atum e carnes. O suco da acelga misturado a uma colher (sopa) de azeite é indicado como laxante.

Ao comprá-la prefira as folhas novas, sem manchas e brilhantes, de cor verde-clara e talo verde-esbranquiçado. O consumo da acelga deve ser moderado pelo alto teor da substância oxalato, que prejudica a absorção de cálcio no organismo.

Quanto ao uso medicinal, pode ser utilizada em micoses, cicatrizes, doenças circulatórias, age como antioxidante e é eficaz contra os cálculos biliares. 

Em geladeira o período de conservação é de 5 a 7 dias.

O período de safra é de junho a outubro.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Termogênicos: derrube os mitos dos alimentos que emagrecem.

Aliados do emagrecimento, amigos da dieta e queimadores de gordura são alguns dos termos mais usados em referência aos termogênicos. Dotados da capacidade de aumentar o gasto energético durante a digestão, eles se tornaram febre entre os que desejam perder peso. Mas de acordo com a nutricionista Cátia Medeiros, da clínica Atual Nutrição, em São Paulo, nem tudo que se fala sobre os termogênicos é bem explicado, sugerindo, muitas vezes, que a simples ingestão garantiria alcançar o corpinho tão desejado. Pimenta vermelha, canela, gengibre, café, abacaxi, chá verde e chá de hibisco são alguns dos exemplares mais famosos deste grupo. Para esclarecer como eles agem e quais os reais benefícios de seu consumo, listamos alguns dos principais mitos sobre os aclamados "alimentos que emagrecem":


Mito 1: Termogênicos são obtidos exclusivamente na alimentação

Existem dois tipos de termogênicos: os naturais e os industrializados. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), os naturais são aqueles que se apresentam da mesma forma como são encontrados na natureza, como é o caso do termogênico que obtemos comendo pimenta vermelha. "Os industrializados, por sua vez compreendem apenas o princípio ativo termogênico concentrado dentro de uma cápsula", explica.
Gordura abdominal - Foto Getty Images

Mito 2: Termogênicos eliminam a gordura corporal

"Termogênicos potencializam a termogênese, processo regulado pelo sistema nervoso que leva à transformação da glicose e da gordura em energia", explica a nutricionista Cátia. Dizer que o simples consumo de alimentos e suplementos termogênicos levará à eliminação da gordura, portanto, não é verdade. Eles apenas aceleram o metabolismo aumentando o gasto calórico de processos que, naturalmente, já realizam essa queima.
Mulher na balança - Foto Getty Images

Mito 3: Termogênicos levam à perda de peso, independente de alimentação e exercícios

De acordo com o nutrólogo Roberto, a ingestão isolada de termogênicos não levará à perda de peso significativa. "Se o indivíduo continuar ingerindo mais calorias do que consegue queimar, o ponteiro da balança até irá aumentar", explica. Por isso, é fundamental incluir o termogênicos no dia a dia dentro de um contexto que conte com uma dieta balanceada e a prática regular de exercícios. Somente desta maneira, o gasto calórico será potencializado e favorecerá o emagrecimento.
Mulher tomando chá na cama - Foto Getty Images

Mito 4: O ideal é consumir termogênicos antes de dormir

"O mais recomendado é ingerir termogênicos no período diurno, durante uma refeição ou antes de praticar exercícios", aponta o nutrólogo Roberto. Assim, o gasto calórico da digestão e da solicitação da força muscular será potencializado. Consumir termogênicos antes de dormir não é indicado, pois a otimização do processo de queima de calorias acelera o metabolismo e pode atrapalhar o repouso, causando insônia.
Mulher em consulta médica - Foto Getty Images

Mito 5: Termogênicos não têm qualquer contraindicação

Após receber o diagnóstico de hipertensão, uma das recomendações médicas em relação à alimentação é moderar no consumo de café. "Isso porque a bebida contém cafeína, termogênico que aumenta o metabolismo fazendo com que o coração trabalhe mais e a pressão arterial aumente", explica o nutrólogo Roberto. Tais efeitos tornam a ingestão de termogênicos contraindicada para pessoas que sofrem de arritmia cardíaca, que têm histórico de infarto, entre outros problemas. Gestantes e crianças também devem limitar o consumo de alimentos termogênicos. Neste sentido, suplementos com ação termogênica se tornam ainda mais perigosos por oferecer os princípios ativos mais concentrados.
Suplementos - Foto Getty Images

Mito 6: Não é necessária indicação médica para tomar suplementos termogênicos

"Por ser contraindicado em alguns casos, o ideal é consultar um profissional antes de tomar suplementos termogênicos", afirma a nutricionista Cátia. Muitas vezes, o paciente nem desconfia de qualquer problema de saúde e descobre que sofre de hipertensão ou arritmia em consultas como essa.
Laranja - Foto Getty Images

Mito 7: Não existem frutas com poder termogênico

Embora os alimentos mais citados quando o assunto é termogênico sejam a pimenta vermelha, o gengibre e o chá verde, eles também estão presentes em frutas. "A casca da laranja é rica em termogênicos, disponíveis para consumo em suplementos", exemplifica o nutrólogo Roberto. O guaraná é outra fruta que também acelera o gasto calórico do corpo.
Café - Foto Getty Images

Mito 8: Quanto maior a ingestão de termogênicos, maior os benefícios

De acordo com a nutricionista Cátia, o ideal é consumir termogênicos diariamente, mas dentro de um limite estabelecido para que o aumento do metabolismo não se torne prejudicial. No caso do gengibre, ela recomenda uma fatia média ou uma colher de café da forma em pó. Quem prefere o abacaxi pode comer uma fatia após o almoço ou jantar ou então 200 ml de suco da fruta.

Ótima dica.



Os alimentos que emagrecem, são alimentos com poucas calorias ou que possuem algum ingrediente que pode ajudar a emagrecer.
Alguns exemplos de alimentos que emagrecem podem ser morangos, pepinos, aveia ou maçã, que além de possuírem poucas calorias, são ricos em substâncias que ajudam a reduzir o apetite, aumentam o metabolismo.
Outra característica de alguns alimentos que emagrecem é pertencerem ao grupo dos alimentos que contém tão poucas calorias que o organismo gasta mais calorias para digerir o alimento do que as calorias que o alimento fornece. A dieta das calorias negativas é uma forma de emagrecer usando esses alimentos.
Confira uma lista com os alguns dos alimentos que aceleram o metabolismo e possuem calorias negativas, para emagrecer ajudar a emagrecer mais rápido.

Alimentos que aceleram o metabolismo

  • água gelada: beber 8 copos ao dia pode queima aproximadamente 100 calorias;
  • pimenta vermelha e gengibre: aumentam o metabolismo em até 20%;
  • canela: tira a fome;
  • chá verde: favorece a queima de gorduras localizadas;
  • óleo de côco: sacia e pode acelerar o emagrecimento em até 7 vezes.
Estes alimentos são considerados termogênicos e ajudam a emagrecer, mas para atingir este objetivo devem ser consumidos em pouca quantidade, dia após dia.

Alimentos que possuem calorias negativas

  • morango, espargo, brócolis, cenoura, couve-flor, repolho, alface,
  • cebola, espinafre, nabo, pepino, pimenta vermelha, abobrinha,
  • chicória, aipo, berinjela, grapefruit, limão, goiaba, mamão papaia,
  • pêssego, melão muskmelon, morango, tangerina, melancia, tangerina,
  • framboesa, amora preta e ameixa.
Estes alimentos possuem poucas calorias e o organismo gasta mais calorias na sua digestão. E por isso são ótimos para quem deseja emagrecer, mas não devem ser consumidos de forma exclusiva e sim acompanhada de uma regime alimentar variado.
Além de consumir os alimentos que emagrecem, para um emagrecimento saudável é importante manter o metabolismo acelerado fazendo de 5 a 6 refeições por dia, em pequena quantidade, comendo devagar.
A prática regular de exercícios físicos são de extrema importância para se conseguir emagrecer e manter o peso sob controle.

 (Nutricionista)

Couve-flor.



Couve-flor
A couve-flor é uma hortaliça pertencente à espécie Brassica oleracea. De textura delicada e tenra, a couve-flor requer cuidado durante seu preparo. É rica em vitamina C, sais minerais, como cálcio e fósforo, possui baixo teor de sódio e calorias.

Ao comprá-la prefira as cabeças compactas, fechadas, de cor branca ou creme, sem manchas escuras. Evite comprá-la quando estiver com líquido no fundo da embalagem.

A couve-flor estraga rapidamente, por isso compre somente a quantidade necessária para utilização imediata. O período de conservação é de três a cinco dias em geladeira, dentro de saco plástico. 

É uma hortaliça de fácil digestão, indicada em casos de desnutrição e, além disso, suas folhas são eficazes contra a anemia. 

Ao prepará-la, retire as folhas e as partes muito grossas e duras do caule. Depois, cozinhe a couve-flor picada ou inteira. 

Essa hortaliça é originária da Ásia Menor, foi levada para a Europa no início do século XVI. Hoje o cultivo da couve-flor é fácil, pois ela se adapta bem em qualquer tipo de solo, com pequenas correções. O período de safra é de agosto a outubro.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Cebola.



Cebola

O nome “cebola” pode se referir tanto à planta pertencente à família das Liliáceas, subfamília das Haliotídeas  quanto ao seu bulbo, uma das hortaliças condimentares mais difundidas no mundo. Originária da Ásia, a cebola já era bastante apreciada na Grécia, Roma e Egito. Foi introduzida na Pérsia, África e Europa, até ser levada para a América através de imigrantes.

Embora não seja uma fonte tão significativa de vitaminas e sais minerais, possui propriedades terapêuticas comprovadas: reduz o colesterol, evita a formação de coágulos sanguíneos, reduz a pressão arterial, além de auxiliar o organismo contra infecções e na expulsão de substâncias tóxicas. As cebolas, especialmente as roxas, também podem ser benéficas para mulheres após o período da menopausa, que estão com uma possibilidade alta de desenvolver osteoporose.

A grande utilização da hortaliça é na fabricação de condimentos, visto que a cebola proporciona um sabor especial e característico aos pratos. Também é utilizada crua em saladas.
Não é recomendável a ingestão de grandes quantidades de cebola crua, visto que isso pode provocar desconfortos gastrointestinais, mas quando cozida, essas propriedades fermentativas são reduzidas.

Outra questão relativa a essas propriedades é a irritação causada nos olhos quando a cebola é cortada. Para evitar tal desconforto, basta colocar um pedaço de miolo de pão na ponta da faca utilizada, visto que o mesmo absorve os gases e cheiros responsáveis pela ardência dos olhos.

A cebola é um alimento relativamente barato de se produzir. O maior produtor mundial do bulbo é a China. 

Sucos e seus benefícios.



Suco de Laranja

Suco é uma bebida produzida através do líquido extraído das frutas, misturado à água, açúcar ou adoçante. É uma bebida saborosa e benéfica à saúde, assim como as frutas. Os sucos naturais feitos à base de frutas ou vegetais são ótimas fontes de nutrientes, possuem ação antioxidante, auxiliam na prevenção de doenças, além de serem ricos em fibras, principalmente quando não são peneirados, favorecendo assim um melhor funcionamento intestinal.

O consumo desse alimento muitas vezes é pequeno, principalmente em razão da grande quantidade de sucos industrializados, ricos em açúcar, conservantes e sal. Além das fibras, os sucos naturais fornecem minerais e vitaminas, o que promove o sistema imunológico quanto ao aumento das defesas do organismo.

Saiba quais os benefícios de alguns sucos de frutas:

• Laranja: rica em vitamina C, auxilia na defesa natural do organismo, combatendo gripes e resfriados;
• Abacaxi: é digestivo e diurético;
• Mamão: é bom para a digestão e evita infecções intestinais ocasionadas por parasitas, por conter substâncias antibactericidas;
• Manga: contém propriedades antioxidantes, em virtude do seu grande teor de betacaroteno;
• Morango: possui propriedades adstringentes e diuréticas. Auxilia na digestão e estimula as funções do metabolismo;
• Maracujá: estimula a digestão e é usado como calmante;
• Acerola: combate gripes e fadiga;
• Melancia: ajuda no funcionamento dos rins, devido às propriedades diuréticas.
Vale mencionar a importância de consumir os sucos no máximo trinta minutos após o preparo, para não perder suas propriedades nutritivas. 

 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Dicas de Alimentação Para o Inverno.



Durante o inverno é comum o desejo por alguns alimentos, como o chocolate quente.

Nessa época é comum os pratos se tornarem mais calóricos. A temperatura cai e, com isso, muitas vezes bate aquela vontade de comer uma fondue ou tomar um chocolate quente. A explicação disso é que no inverno o gasto energético é maior e o organismo se esforça mais para manter a temperatura corporal.

Apesar de a fome aumentar nesse período (como reação do corpo buscando mais energia, usada para controlar a temperatura), é bom não abusar. Especialistas apontam que os excessos podem provocar doenças como hipertensão, obesidade e aumentar as chances de problemas cardiovasculares. Por isso é interessante reavaliar a alimentação na estação mais fria do ano.

Seguem abaixo algumas dicas para enganar a fome ou deixar os pratos menos calóricos:

• Fondue: use leite desnatado e queijos magros e substitua o pão por legumes;
• Chocolate quente: use leite desnatado e achocolatado diet;
• Queijos: prefira os brancos e lights;
• Chás: ótimas opções para aumentar a temperatura do corpo;
• Sopas: dê preferência àquelas preparadas com legumes batidos, para engrossá-la adicione farelo de trigo;
• Abuse das frutas típicas da estação, como laranja e maracujá. 

 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Ômega 3 na alimentação


Peixe: alimento rico em ômega 3

O ômega 3 é uma gordura poli-insaturada, ou melhor, um ácido graxo essencial que não pode ser produzido pelo nosso organismo, necessitando assim ser adquirido pela alimentação. Esse ácido graxo, quando ingerido, traz muitos benefícios, sendo importante para a manutenção da boa saúde.

Os benefícios do ômega 3 envolvem neutralização do estresse, melhoria na concentração, reflexos e memória; benefícios ao coração, sistema circulatório e prevenção de doenças, inclusive as autoimunes (doença na qual há uma agressão do organismo contra elementos normais do próprio organismo).

É um anti-inflamatório, reduz a pressão arterial, a taxa de triglicérides no sangue, previne diabetes, artrite e câncer, além de beneficiar o humor, a defesa do organismo e o aprendizado. Além disso, a osteoporose pode ser barrada por esse óleo, gerando equilíbrio. Fornecem energia, participam da formação de hormônios, mantêm a pele macia e lubrificada, transporta vitaminas e auxilia no funcionamento das células.

Os alimentos ricos em ômega 3 são os frutos do mar, como camarões, mariscos, lagostas; e os peixes, como cavala, truta, arenque, atum, bacalhau, sardinha e salmão. Linhaça, amêndoas, nozes e castanha, além de óleos, como azeite e óleo de canola, também possuem essa gordura, dentre outros alimentos.

Por isso é importante minimizar o consumo de carnes vermelhas, creme de leite e manteiga, pois são alimentos ricos em gorduras saturadas. Passar a ingerir maior quantidade de peixe, óleo de azeite, de gergelim e de linhaça é bastante benéfico. E quando se alimentar de peixes, que sejam assados ou cozidos, nunca fritos, pois esse processo destrói o ômega 3. 



Por Giogia Lay-Ang
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

Rabanete.



Rabanete

Rabanete é uma planta pertencente à família das brassicáceas, originária da região mediterrânea. Quando adulta, a planta mede entre 15 e 20 cm de altura. Sua raiz é um tipo de caule, comestível, de cor vermelha e sabor picante.

É fonte de vitamina C, que protege contra gripes e resfriados, contém uma boa quantidade de potássio, evitando a perda de colágeno; sódio, que auxilia na digestão; e magnésio, importante para manter ativo o sistema nervoso. Possui poucas calorias, por isso é recomendado para pessoas que estão em dietas de emagrecimento.

O rabanete pode ser consumido cru, em saladas. Pode ser preparado na forma de petiscos, uma opção mais saudável em relação aos pratos calóricos geralmente cozinhados.

O rabanete deve ser conservado, preferencialmente, em geladeira, dentro de saco plástico.
Ao comprá-lo, prefira os rabanetes lisos, firmes e sem rachaduras.


 
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola