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10 Alimentos Que Engordam Muito

10 Alimentos Que Engordam Muito


Pratos deliciosos e sobremesas apetitosas… pizza com queijo derretendo e frangos crocantes… quem não ama essas iguarias de dar água na boca? Mas todas essas comidas gostosas e muito saborosas podem ter uma quantidade de enorme de calorias, e se alimentar delas pode ser prejudicial à saúde. Esses alimentos que engordam muito podem ser a razão daquela barriguinha indesejável. Hoje, uma a cada duas pessoas, principalmente adolescentes, é obeso.

A principal razão para o aumento da obesidade é um estilo de vida nada saudável, enquanto que os maiores culpados são alimentos altamente calóricos e fast foods que são sucesso entre a maioria dos adolescentes.
Antes de continuar, gostaríamos de apontar alguns fatos. De acordo com as estatísticas da OMS:
  • A obesidade mundial quase dobrou desde 1980.
  • Em 2008, mais de 1.4 bilhões de adultos, acima de 20 anos, estavam com sobrepeso. Desses, quase 200 milhões de homens e quase 300 milhões de mulheres eram obesas.
  • 35% dos adultos de 20 ou mais anos estavam com sobrepeso em 2008, e 11% eram obesos.
  • 65% da população mundial vivem em países que o sobrepeso e a obesidade matam mais do que pessoas abaixo do peso.
  • Mais de 40 milhões de crianças abaixo de 5 anos estavam com sobrepeso em 2011.
  • Obesidade é evitável.
Sim, a obesidade pode ser prevenida; como diz no último ponto. Para isso, é obvio a necessidade de uma dieta balanceada e um estilo de vida saudável, em que se exercitar não é posto de lado. É interessante saber que de acordo com especialistas, não existem comidas “ruins” e que até algumas mordidas da comida mais calórica podem entrar na sua dieta. Entretanto, sem dúvida, existem alimentos que engordam muito que podem ser mais prejudiciais ao corpo do que outros, podendo levar a obesidade.
E agora a questão: quais são os 10 alimentos altamente calóricos que podem levar a obesidade? Antes de listá-los, vamos nos lembrar que a maioria dos adultos precisam de menos de 2000 calorias, 65 gramas de gordura e 2300mg de sódio por dia – ou não mais que 1500mg de sódio por dia para pessoas acima de 51 anos, ou qualquer pessoa com hipertensão, diabetes ou doenças renais crônicas.

10. Frango frito

Aquele frango frito crocante está cheio de calorias, mais do que se pode imaginar, já que é frito por imersão em óleo. Consumir um pedaço ou dois pode não fazer tanto mal, mas comer mais que isso pode ser devastador para a saúde; especialmente para a cintura e artérias. Enquanto um frango frito super crocante contém 360 calorias e 21 gramas de gordura, um frango grelhado, sem pele, teria cerca de 210 calorias e 8 gramas de gordura. Então para escolher uma opção melhor, opte por marinar o frango em um molho leve, ou usar um tempero seco, e acompanhado de uma salada fresca.

9. Aperitivos fritos

Aperitivos doces e salgados, incluindo batatas chips, biscoitos, pasteis, folhados e etc, podem ser terríveis para quem estiver tentando perder peso. Apesar de que podem não afetar você se ingeridos em pouca quantidade, se passar dos limites eles são certamente alimentos que engordam muito e podem ser prejudiciais.
Isso pode ser percebido pela quantidade de calorias contidas neles: enquanto que 30 gramas de batatas chips ou folhados de queijo contém cerca de 160 calorias e 10 gramas de gordura; nachos com queijo contém cerca de 692 calorias, 38 gramas de gordura e 1632 mg de sódio. Portanto, é muito melhor optar por lanches mais saudáveis, como frutas e saladas com o mínimo de molho.

8. Maionese e molhos para salada

Não é preciso uma segunda opinião para dizer que saladas são leves, refrescantes e um jeito perfeito de conseguir proteínas magras. Entretanto, acompanhamentos para salada calóricos, como por exemplo, maionese e molhos, podem ir contra as vantagens de uma salada e podem acabar com sua dieta. Isso porque acompanhamentos para salada como croutons possuem 142 calorias com 6 gramas de gordura a cada 30g, meia xícara de queijo contém 228 calorias com 18 gramas de gordura e um punhado de molho de salada Ceasar tem cerca de 260 calorias com 26 gramas de gordura.
Então, da próxima vez que escolher esses acompanhamentos para sua salada, pense duas vezes. Em vez deles, escolha um frango grelhado, tiras de carne magra, ou ovos e uma variedade de vegetais, como tomates, vagens, etc. Se ainda preferir maionese, opte por uma que seja light ou faça molhos de iogurte saudáveis para sua salada.

7. Comida de rua

Comida de rua, incluindo barraquinhas de praia, ou de feiras e festivais, são as favoritas de todos. Entretanto, por mais saborosas que sejam, elas são alimentos que engordam muito. Com toda aquela variedade nas barracas e tendas, as comidas de rua podem conter variadas quantidades de calorias e gorduras, e é melhor evitá-las ou comer em poucas quantidades.

6. Sorvetes e picolés

Você adora o sorvete macio do McDonald’s? Mas uma casquinha desse sorvete delicioso pode ter até 380 calorias e 22 gramas de gordura. Outro exemplo, duas bolas de sorvete de baunilha com manteiga de amendoim e chocolate em uma casquinha podem ter cerca de 415 calorias e 23,5 gramas de gordura. Por isso, reduza o consumo de seu sorvete favorito e picolé se quiser se manter em forma. Em vez disso, você pode escolher opções mais saudáveis como sobremesas com frutas.

5. Bebidas doces

Milkshakes de chocolate, chá gelado com limão, energéticos ou outas bebidas de frutas – são todos difíceis de resistir. Na verdade, a maioria das pessoas procura primeiro por essas opções para matar a sede. Entretanto, eles são alimentos que egordam muito, podendo conter até 150 calorias (por 350g) ou até mais no caso de milkshakes (mais de 500 calorias).
É melhor optar por um café gelado com leite desnatado (90 calorias) ou sucos feitos 100% de frutas, por serem nutritivos além de ajudarem a te manter saudável. Apesar disso, a água é a melhor opção para acabar com a sede com zero calorias!

4. Bebidas alcóolicas doces

Foi convidado para uma festa? Certifique-se de controlar o que bebe e evitar os coquetéis alcóolicos com frutas, porque aumentam em muito o consumo de calorias. Estes coquetéis podem conter de 300-800 calorias e é melhor evitá-los. Se necessário, tome bem pouco deles e prefira sucos de frutas ou água com gás. Confira aqui como manter a dieta em festas.

3. Cheesecakes e batatas fritas

Cheesecakes e batatas fritas são amadas por todos. Mas eles são tipos de alimentos que engordam muito. São cheios de calorias e gorduras. Podem acabar com a sua cintura, por isso é melhor ficar longe deles se estiver cuidando do seu peso. Se sentir vontade, coma apenas pequenas porções e muito raramente.

2. Linguiças, salsichas e outros fast foods

Cachorros quentes são um dos alimentos favoritos hoje em dia de adolescentes e crianças. Entretanto, elas são propensas à obesidade, e se alimentar de fast food pode ser muito perigoso. Além disso, a maioria subestima a quantidade de calorias nesses alimentos. De acordo com um estudo, 25% dos adolescentes subestimam a quantidade de calorias em suas refeições por quase 500 cal.
Um cachorro quente comum consiste de cerca de 280 calorias, enquanto que uma linguiça pode conter até 330 calorias, 24g de gordura e 1590mg de sódio (170g de kielbasa). Um hambúrguer comum em um pão com queijo, alface e tomate contém cerca de 735 calorias, 45g de gordura e 1000mg de sódio.

1. Carnes gordurosas e churrasco

Carnes de dar água na boca, preparadas em um churrasco, são difíceis de resistir. Mas para cuidar de seu corpo, é melhor evitá-las. Carne vermelha é muito rica em calorias, as costelas de porco e de vaca são consideradas como os cortes de carne mais gordurosos. Um contra filé de 500g pode ter até 1540 calorias e 124g de gordura. Assim, tente ficar longe de costela e outros cortes com gordura visível nas bordas. Ademais, prefira cortes magros como lombo de porco ou peito de frango sem pele sempre que possível. Você também pode optar por peixe e frango grelhado em vez de outros alimentos que engordam muito.

Ceia de Natal light: anote sugestões de pratos, saladas e sobremesas

Arroz de Natal light com chester, 

frutas secas e goji berry

Acompanhamento com fruta nutritiva e pouco calórica para um Natal leve



Guia de Fim de Ano
Este conteúdo faz parte do especial Guia de Fim de Ano
TOP INGREDIENTES: GOJI BERRY NOZES UVA-PASSA
  • dificuldadeFÁCIL

Goji berry é uma das frutas do momento. Rica em vitamina C, vitaminas do complexo B e com poderes antioxidantes, além de ser pouco calórica, ela está na receita de arroz light de Natal do chef Vaval, do restaurante Nomangue. Assista ao vídeo abaixo e prepare na sua ceia natalina:

Arroz natalino: mais de 10 sugestões de receitas para a ceia de Natal

Ingredientes

  • 600g a 700g de arroz cozido
  • 20ml de azeite
  • 20g alho batido (ou a gosto)
  • Sal a gosto
  • 80g de chester em cubos
  • Salsinha muito bem picada
  • 10g uva-passa preta sem coroço
  • 10g uva-passa branca sem coroço
  • 1/2 pimentão vermelho (ou 30g)
  • 1/2 pimentão amrelo (ou 30g)
  • 20ml de vinho branco
  • 30g de cebola
  • 1L de caldo de legumes
  • 30g de goji berry
  • 10g de tâmaras (para decorar)
  • 10g de damascos (para decorar)
  • 10g de nozes (para decorar)

Modo de preparo

  1. Em uma frigideira, refogue no azeite a cebola, alho e os pimentões.
  2. Acrescente o vinho branco para puxar o sabor e depois de suar, inclua também o chester e as uvas-passas branca e preta, colocando também o caldo de legumes para não ressecar.
  3. Deixe no fogo até refogar bem e inclua, em seguida, o arroz já cozido.
  4. Misture tudo para agregar os sabores e ingredientes.
  5. Depois de prontos, coloque em uma travessa e decore com as frutas típicas natalinas, como tâmaras e damascos, e nozes.

Cebola Faz Mal Para Gastrite?





Cebola Faz Mal Para Gastrite?








Presente em saladas, temperos, molhos e recheios de salgados e tortas e em receitas de pizzas, por exemplo, a cebola é um alimento que possui 29 calorias por unidade pequena.
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Mas será que as pessoas que sofrem com a gastrite podem comer o alimento tranquilamente? Ou será que a cebola faz mal para gastrite?
A gastrite 
Antes de entrarmos na questão se a cebola faz mal para gastrite, precisamos saber do que se trata essa doença, não é mesmo?
Pois bem, trata-se de uma condição que é descrita como a inflamação, infecção ou erosão do revestimento do estômago. Em um quadro de gastrite, o que acontece é o enfraquecimento da mucosa que protege a parede estomacal, sendo que os próprios sucos digestivos produzidos pelo órgão acabam causando danos à parede do estômago.
Ela pode ser causada por vírus, parasitas, fungos, o refluxo da bile para dentro do estômago, estresse, ingestão de esteroides, consumo de alimentos picantes, uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, o abuso de bebidas alcoólicas e por uma bactéria conhecida pelo nome de Helicobacter pylori.
A doença pode aparecer em uma versão aguda – que dura um período curto de tempo – ou crônica – que persiste ao longo de meses ou, até mesmo, anos. Entre os seus sintomas, estão: náusea, vômito, sentir-se empanturrado na parte superior do abdômen (principalmente depois de comer), indigestão, fezes escuras e vômito, que pode vir com sangue ou substâncias similares à borra de café.
Entretanto, como a gastrite não traz sintomas perceptíveis em todos os indivíduos, vale a pena ter o hábito de fazer check-ups e exames regulares com o médico de confiança. Assim, fica mais fácil que ele identifique a doença mesmo sem o paciente queixar-se de algum dos sintomas associados à gastrite.
Uma vez que o diagnóstico foi determinado, é fundamental seguir as orientações do médico quanto a tratamento, no que se refere às mudanças na alimentação, na utilização de medicamentos e demais estratégias que forem definidas pelo profissional.

Afinal, a cebola faz mal para gastrite? 

Ao lado de outros alimentos como uva-do-monte (cranberry), alho, maçã, aipo e chá, as cebolas são ricas em flavonoides, que são substâncias antioxidantes. O Centro Médico da Universidade de Maryland explicou que os flavonoides podem desacelerar o crescimento da Helicobacter pylori, que é uma das possíveis causas da gastrite.
Os flavonoides podem auxiliar a prevenir que ocorram danos nas nos revestimentos do estômago e do esôfago.
Além disso, pesquisas mostraram que alimentos ricos em antioxidantes, como aqueles que possuem doses elevadas de vitamina A, vitamina C e flavonoides, podem contribuir com a diminuição da inflamação no estômago e a reduzir os riscos de desenvolvimento de distúrbios digestivos.

A questão da acidez

O excesso de acidez no estômago também pode provocar a gastrite.
Os cirurgiões do aparelho digestivo Fábio Atui e Marcelo Averbach definiram a gastrite como uma inflamação da parede do estômago que é desenvolvida quando a acidez aumenta a um ponto em que começa a agredir o órgão.
Logo, entendemos que quem sofre com a gastrite deve tomar cuidado com os alimentos ácidos. A escala que determina a acidez de um alimento é a do pH, que vai de zero a 14, sendo que zero indica o mais ácido.
A boa notícia em relação à cebola é que ela fica classificada no grupo dos alimentos pouco ácidos, que apresentem um pH maior do que 4,5.

A questão dos gases

Por outro lado, assim como vegetais verdes como couve-de-bruxelas, repolho, brócolis, alcachofra, aspargo e pimentão verde, a cebola é considerada um alimento que causa muitos gases durante a digestão, explicou a nutricionista Sharon Richter.
O que isso tem a ver com a gastrite? De acordo com a nutricionista, isso aumenta a quantidade de ácido produzida no estômago e resulta na irritação das paredes estomacais.

Cuidado com a cebola frita

Se estivermos falando da cebola que é preparada frita, como no caso dos famosos anéis de cebola, temos um problema para as pessoas que sofrem com a gastrite. Isso porque o consumo de frituras pode provocar o aumento da inflamação do revestimento do estômago.

Cuidado com os temperos fortes 

A cebola também pode ser utilizada no preparo de temperos fortes, que devem ser evitados pelas pessoas diagnosticadas com a gastrite.
Além da cebola, foram citados outros temperos fortes como alho, molho shoyu, pimenta, catchup e mostarda. A explicação apresentada foi que esses alimentos são irritativos para a mucosa gástrica.

Considerações importantes

 As informações acima podem ser úteis a título de curiosidade e esclarecimento, entretanto, antes de começar qualquer dieta ou incluir ou excluir um alimento da dieta para auxiliar o tratamento da gastrite, o paciente deve antes consultar um médico para saber corretamente como anda a saúde.
Ou seja, se você tem a condição, deve conversar com o seu médico não somente para saber se a cebola faz mal para gastrite e como deve ser o seu consumo de cebola, mas como deve funcionar toda a sua alimentação daqui para a frente.
A dieta não dispensa a necessidade do uso de medicamentos e as orientações passadas pelo médico ao paciente são extremamente importantes e devem ser seguidas para que o tratamento tenha sucesso.
Vale lembrar ainda que como cada pessoa tem um quadro de gastrite com suas características próprias, e não é porque algum funcionou para uma pessoa que o mesmo funcionará para outra.
Assim, nada de seguir uma estratégia para lidar com a doença só porque a mesma ajudou um conhecido. Para tratar corretamente a sua gastrite, obedeça ao que o seu médico diz depois de examinar o seu caso.

Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/cebola-faz-mal-para-gastrite/#AkLWoDEpMEk3y5v0.99

Dieta das massas ajuda a enxugar até 4 kg em 10 dias

Quem disse que as massas não podem fazer parte do cardápio de quem faz dieta? Sabendo dosar e com os acompanhamentos certos, o macarrão pode se tornar um grande aliado para o emagrecimento saudável. Confira!


Reportagem: Julia Fernandes
dieta-das massas
Não abra mão do macarrão para ficar magra!
A dieta das massas consegue eliminar mais de 2 kg a cada dez dias
Foto: Danilo Borges
Ao contrário do verão, em que as saladas reinam absolutas, durante o inverno é normal sentir vontade de comer pratos mais encorpados e que trazem sensação de aconchego. No entanto, é também nessa época que o ponteiro da balança acaba subindo, já que a maioria dos preparos típicos dessa estação é bem calórica.
Para não sabotar a dieta e chegar ao verão com a silhueta enxuta, aposte em preparações como sopascaldos e... um belo prato de macarronada! Isso mesmo, você não leu errado e tampouco nós confundimos as informações. O macarrãopode e deve fazer parte de uma alimentação saudável, até mesmo de quem precisa perder aqueles quilinhos extras. O macarrão por si só não engorda. O que soma calorias são os molhos, as preparações dessas massas e as quantidades das porções ingeridas. “Ele pode, sim, ser consumido por quem está de dieta, desde que seja em quantidades moderadas e preparações mais light”, afirma Giovanna Arcuri, nutricionista da Clínica Gionutri (SP).

Mais que inocentes: necessários!

Os carboidratos sempre foram considerados os vilões do cardápio de quem quer emagrecer e eram os primeiros a serem banidos do menu. Fato que, com o tempo, mostrou-se ser um grande erro. Estudos como o da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, publicado no New England Journal of Medicine, mostram que para emagrecer é preciso evitar o excesso de calorias e não banir grupos alimentares da dieta.
Os carboidratos nutrem de maneira exclusiva o cérebro e o sistema nervoso, por isso é fundamental que estejam presentes pelo menos nas principais refeições (café da manhã, almoço e jantar). A ingestão de­ficiente desse nutriente gera fadiga, fraqueza, irritabilidade e afeta o funcionamento cerebral, comprometendo a memória e a concentração ou diminuindo a agilidade mental, explica Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional (SP). Estamos entendidas?

Escolha certo

O primeiro passo para se ter sucesso na dieta é escolher o tipo ideal de massa. Segundo os especialistas, a versão integral é a melhor pedida, por dois motivos. Para começar, ela possui uma boa dose de ­fibras que, além de saciar, melhora o funcionamento intestinal, eliminando as toxinas do organismo e melhorando o seu funcionamento.
E depois, por conter amido resistente, que aumenta ainda mais a saciedade e faz que você não chegue esfomeada à próxima refeição. “Como o próprio nome diz, por ser mais resistente, esse tipo de amido chega intacto ao intestino grosso e lá demora algumas horas até ser digerido. Por causa dessa passagem vagarosa, a fome demora mais a chegar. A presença dos grãos integraisno macarrão também tem impacto no seu índice glicêmico, ou seja, libera aos poucos o açúcar na corrente sanguínea, mantendo a glicemia em níveis ideais. Por isso, ajuda a reduzir os riscos de diabetes e obesidade”, comenta Raquel Pimentel.
Mas atenção, para obter esse benef­ício do amido é necessário deixar o macarrão al dente. O motivo? O cozimento exagerado faz que as f­ibras se rompam e o amido f­ique menos resistente, ou seja, quanto mais quebrado, mais fácil será a digestão e mais rápido virá a fome. 

Só, não. Mas bem acompanhado!

A escolha do molho é fundamental para determinar a quantidade de calorias que a massa terá. Portanto, fuja dos gordurosos, que levam creme de leite, manteiga e embutidos, como linguiça e bacon. Os queijos gordos como o gorgonzola, brie e parmesão, utilizados como ingredientes ou para f­inalização do prato, devem ser usados com cautela e só de vez em quando. Na maioria das vezes o excesso de queijo e de azeite usados para ­finalizar um prato de massa é que coloca tudo a perder na dieta.
Não podemos nos esquecer que a gordura possui nove calorias em um grama de alimento, contra apenas quatro calorias de carboidrato”, alerta Raquel Pimentel. O molho ideal para quem não quer travar uma guerra contra a balança deve ser feito com tomates e ervas frescas, vegetais (berinjela, abobrinha, cenoura, brócolis, cogumelos, entre outros) e proteínas magras(frango, peru, frutos do mar e peixes).
Os molhos feitos com vegetais ajudam a reduzir as calorias do prato e oferecem outros nutrientes benéf­icos (­fibras, vitaminas e minerais). As ervas e os condimentos devem estar presentes por agregarem substâncias que podem ajudar na redução do risco de doenças, como a cúrcuma, que possui ação anti-inf­lamatória, e o manjericão, que é rico em ­flavonoides, com propriedades antioxidantes e antibacterianas.

Truques espertos

Aprenda a deixar o seu prato de massa levinho para manter a balança em dia!
1 Pref­ira as massas light, elaboradas com farinha integral, pois contêm carboidratos de absorção lenta, diferente das preparadas com farinha re­inada
2 Escolha os tipos que não têm ovos em sua composição, porque possuem um menor teor de gorduras.
3 Sempre que possível, escolha massas frescas, para eliminar o excesso de sódio e aditivos.
4 Quanto às massas recheadas, opte pelos recheios vegetais, com poucas calorias, como alcachofra, cogumelos, etc. 
5 Utilize molhos mais leves e em versão light, sem excesso de gorduras.
6 Controle a porção! O ideal é consumir o equivalente ao tamanho da sua mão fechada, cerca de três colheres (sopa). Se for comer apenas o macarrão, a porção ideal é a de um prato raso.
7 Adicione verduras à preparação, para aumentar a porção sem somar calorias e, de quebra, garantir maior poder de saciedade ao prato.
8 O consumo da massa dispensa o pão, a batata e o arroz daquela refeição. Como acompanhamento, opte por uma carne magra ou peixe e uma salada como entrada.
9 Algumas substituições são fundamentais na hora de preparar a massa para reduzir as calorias: substitua a manteiga por azeite de oliva extravirgem (em quantidades moderadas).